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        <title>EREIGNIS - husserliana:patocka:eternidade</title>
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        <title>EREIGNIS</title>
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        <dc:creator>Anonymous (anonymous@undisclosed.example.com)</dc:creator>
        <title>A questão do ser</title>
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        <description>A questão do ser

PATOCKA, Jan. Éternité et historicité. Tradução: Erika Abrams. Lagrasse: Verdier, 2011.

Heidegger se esforça, nesse sentido, para recolocar a questão do ser. Ele parte da diferença entre ser e ente; o ente é aquilo a que atribuímos o ser; daí decorre que sempre já devemos compreender o ser de alguma maneira sempre que falamos de algo que é. Nesse sentido, o ser é aquilo que está mais próximo de nós, mas essa proximidade justamente nos impede de formular a questão sobre ele. À …</description>
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        <title>A questão socrática: o que é o bem?</title>
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        <description>A questão socrática: o que é o bem?

PATOCKA, Jan. Éternité et historicité. Tradução: Erika Abrams. Lagrasse: Verdier, 2011.

[...] Se Sócrates está na origem da questão do bem, ele não inventou essa questão como se faz com a maioria das questões teóricas: buscando algo que ninguém teria percebido até então, algo cuja pergunta não tem outro sentido senão preparar uma resposta, de modo que quanto mais rápido ela der lugar a essa resposta, melhor. Quando um cientista moderno pergunta por que exata…</description>
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        <title>A reflexão fenomenológica</title>
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        <description>A reflexão fenomenológica

PATOCKA, Jan. Éternité et historicité. Tradução: Erika Abrams. Lagrasse: Verdier, 2011.

Vê-se (e Eugen Fink enfatizou isso bem), que a reflexão fenomenológica não leva à constatação de algo já conhecido, “já dado”</description>
    </item>
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        <dc:creator>Anonymous (anonymous@undisclosed.example.com)</dc:creator>
        <title>Intencionalidade (Patocka)</title>
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        <description>Intencionalidade (Patocka)

PATOCKA, Jan. Éternité et historicité. Tradução: Erika Abrams. Lagrasse: Verdier, 2011.

Husserl encontrou, para a análise reflexiva, novos meios: em primeiro lugar, o método da explicação intencional com a ajuda de guias objetivos. Ele adapta especialmente para os fins da filosofia reflexiva o conceito de intencionalidade, reintroduzido na psicologia moderna por</description>
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        <title>Noema e noese</title>
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        <description>Noema e noese

PATOCKA, Jan. Éternité et historicité. Tradução: Erika Abrams. Lagrasse: Verdier, 2011.

À luz desse método, fica claro que o discurso habitual que fala da intencionalidade da consciência como “consciência-de”, consciência de um objeto, é (segundo a expressão de Eugen</description>
    </item>
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        <title>Redução fenomenológica</title>
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        <description>Redução fenomenológica

PATOCKA, Jan. Éternité et historicité. Tradução: Erika Abrams. Lagrasse: Verdier, 2011.

Essa abordagem, pela qual a filosofia se torna uma reflexão radical que submete cada tese, singular ou geral, à sua investigação, examinando assim todos os pressupostos, tanto implícitos quanto explícitos, de todo o nosso conhecimento, é chamada por</description>
    </item>
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        <title>Sabemos o que é o homem?</title>
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        <description>Sabemos o que é o homem?

PATOCKA, Jan. Éternité et historicité. Tradução: Erika Abrams. Lagrasse: Verdier, 2011.

Mas será que realmente sabemos o que é o homem? A tese que apresenta o ser como pressuposto da abordagem humana do ente só pode aparecer como um idealismo subjetivo na medida em que se compreende o ser do homem como um conjunto de estados de consciência ou de modo análogo, ou seja, em última instância, como uma coisa — mesmo que esta não seja uma </description>
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        <title>Ser e sentido</title>
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        <description>Ser e sentido

PATOCKA, Jan. Éternité et historicité. Tradução: Erika Abrams. Lagrasse: Verdier, 2011.

Vemos, então, que a questão filosófica da relação entre sujeito e objeto assume, em Husserl, uma forma particularmente marcada, e ambos são reconduzidos ao plano fundamental da significação. O que interessa a</description>
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        <title>Eternidade e Historicidade</title>
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        <description>Eternidade e Historicidade

JAN PATOČKA. ÉTERNITÉ ET HISTORICITÉ

Emanuel Rádl diante da concepção do homem ao longo da história

I. O humanismo, tema principal do pensamento tcheco. Suas duas grandes orientações nos dias atuais. Expressão dessa dicotomia: a polêmica em torno de A consolação da filosofia, de Emanuel Rádl.</description>
    </item>
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        <title>Sujeito absoluto?</title>
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        <description>Sujeito absoluto?

PATOCKA, Jan. Éternité et historicité. Tradução: Erika Abrams. Lagrasse: Verdier, 2011.

Vemos que as consequências da filosofia da intencionalidade (filosofia da relação com um objeto) são decepcionantes. Sem dúvida, a objeção comum de que tal filosofia estaria condenada ao solipsismo é inadequada; em princípio, é possível acessar um</description>
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