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        <title>EREIGNIS</title>
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        <title>Filosofia, ciência rigorosa</title>
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        <description>Filosofia, ciência rigorosa

Posfácio às minhas «Ideias diretizes» (1930)

Posfácio às minhas «Ideias diretizes», trad. francesa Arion L. Kelkel, Revue de Métaphysique et de Morale, 1957, n.° 4, pp. 372-374

Restituo a ideia de filosofia mais original, a que, desde a sua primeira expressão coerente dada por</description>
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        <title>Intuição das essências</title>
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        <description>Intuição das essências

Ideias Diretrizes para uma Fenomenologia, trad. P. Ricoeur, ed. Gallimard, 1950, pp. 19-24

Primeiramente, a palavra «essência» designou aquilo que, no ser mais íntimo de um indivíduo, se apresenta como o seu Quid. Ora este Quid pode ser sempre posto em ideia. A intuição empírica ou intuição do indivíduo pode ser convertida em visão da essência (em ideação) — devendo esta possibilidade mesma ser entendida não como possibilidade empírica mas como possibilidade no plano das…</description>
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        <title>Contingência da &quot;tese&quot; do mundo</title>
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        <description>Contingência da &quot;tese&quot; do mundo

Ideias Diretrizes para uma Fenomenologia, trad. P. Ricoeur, ed. Gallimard, 1950, pp. 148-151

Toda a percepção imanente garante necessariamente a existência do seu objeto. Quando a reflexão se aplica ao meu vivido para o captar, captei um absoluto em si mesmo, cuja existência não pode por princípio ser negada; por outras palavras, a ideia de que a sua existência não seja é por princípio impossível; seria um absurdo julgar possível que um vivido dado desta maneira…</description>
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        <title>Intuição eidética e antropologia</title>
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        <description>Intuição eidética e antropologia

Data: 2025-04-07 15:57

E. Husserl, Idées directrices pour une Phénoménologie, I. I. § 3, Trad. P. Ricœur (Gallimard, 1950), p. 19-24.

Primeiramente, a palavra “essência” designava aquilo que, no íntimo mais profundo de um indivíduo, se apresenta como seu</description>
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        <title>Ser absoluto da consciência</title>
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        <description>Ser absoluto da consciência

Ideias Diretrizes para uma Fenomenologia, trad. P. Ricoeur, ed. Gallimard, 1950, pp. 160-164

A existência de um mundo é o correlato de um certo diverso da experiência que se distingue por certas configurações eidéticas. Mas nenhuma evidência exige que as experiências atuais só possam desenrolar-se se apresentarem tais formas de encadeamento; se se consulta puramente a essência da percepção em geral e a das outras espécies de intuições empíricas que cooperam na perce…</description>
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        <title>Ideias Diretrizes para uma Fenomenologia</title>
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        <description>Ideias Diretrizes para uma Fenomenologia

RICŒUR, Paul; VANDEVELDE, Pol; HUSSERL, Edmund. A key to Husserl’s Ideas I. Milwaukee: Marquette University Press, 1996.

 O Desenvolvimento da Reflexão em Ideias I 
É particularmente difícil tratar Ideias I como se o texto fosse autoexplicativo, sendo o que torna o assunto tão difícil, antes de tudo, o fato de o livro fazer parte de uma trilogia da qual apenas a primeira parte apareceu — Ideias II, consultável nos Arquivos</description>
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        <title>Vivido no noético e no noema</title>
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        <description>Vivido no noético e no noema

Ideias Diretrizes para uma Fenomenologia, trad. P. Ricoeur, ed. Gallimard, 1950, pp. 304-307

Todo o vivido intencional, graças aos seus momentos noéticos, é precisamente um vivido noético; a sua essência é de esconder em si algo como um «sentido», quiçá um sentido múltiplo, e, com base nestas doações de sentido e em íntima ligação com elas, exercer outras funções que, graças a elas, se tornem precisamente «plenas de sentido». Estes momentos noéticos são, por exempl…</description>
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