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        <title>EREIGNIS - estudos:barbaras:sentimento</title>
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        <title>EREIGNIS</title>
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        <title>Acontecimento</title>
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        <description>Acontecimento

BARBARAS, Renaud. Métaphysique du sentiment. Paris: Editions du Cerf, 2016

III. O arqui-evento
Todas essas considerações convergem para a cisão no seio do arquimovimento do mundo, procedente de uma falha ou limitação de sua sobrepotência, da qual nasce o sujeito como resíduo, esse movimento impotente pelo qual se definiu o desejo</description>
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        <title>Afeto e sentimento</title>
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        <description>Afeto e sentimento

BARBARAS, Renaud. Métaphysique du sentiment. Paris: Editions du Cerf, 2016

Portanto, encontramos, na caracterização de Heidegger da afetividade como uma disposição, características comparáveis àquelas que atribuímos ao sentimento:</description>
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        <title>Afeto em Heidegger</title>
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        <description>Afeto em Heidegger

BARBARAS, Renaud. Métaphysique du sentiment. Paris: Editions du Cerf, 2016

[...] É indiscutível que Heidegger reserva um lugar importante para a dimensão afetiva da existência, pois, como sabemos, a análise do ser-em tal começa com a descoberta desses dois existenciais fundamentais originalmente articulados, a saber, afeto (</description>
    </item>
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        <title>Angústia e sentimento</title>
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        <description>Angústia e sentimento

BARBARAS, Renaud. Métaphysique du sentiment. Paris: Editions du Cerf, 2016

Em primeiro lugar, como já enfatizamos, a angústia tem um nome, uma vez que ela atinge o nada como nada sendo apenas por meio de uma certa relação, reconhecidamente singular e negativa, com os entes. A angústia é, portanto, ainda um afeto, enquanto o sentimento não tem outro nome além de si mesmo, é um sentimento de nada determinado. É a própria abertura não mediada para o indeterminado que é o mun…</description>
    </item>
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        <title>Angústia</title>
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        <description>Angústia

BARBARAS, Renaud. Métaphysique du sentiment. Paris: Editions du Cerf, 2016

De fato, na obra de Heidegger, há um afeto que goza de um status absolutamente privilegiado, na medida em que nos coloca diante do próprio mundo, de certa forma acima dos entes, ou melhor, a favor de seus deslizes ou abalos, a saber, a angústia. Esta parece estar situada, por assim dizer, no mesmo nível de nosso sentimento, de modo que a angústia seria para os outros afetos o que, para nós, o sentimento é para …</description>
    </item>
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        <title>Cisão</title>
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        <description>Cisão

BARBARAS, Renaud. Métaphysique du sentiment. Paris: Editions du Cerf, 2016

II. A cisão
Ainda que se recuse fazer o aparecer repousar sobre representações ou vividos, afastando toda forma de subjetivismo, a relação a um destinatário permanece constitutiva do aparecer secundário, na medida em que este se dá a alguém, exigindo-se admitir a existência de um destinatário chamado sujeito por convenção</description>
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        <title>Essência do movimento</title>
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        <description>Essência do movimento

BARBARAS, Renaud. Métaphysique du sentiment. Paris: Editions du Cerf, 2016
A tentação de compreender esse movimento segundo a acepção moderna do termo, como simples deslocamento, inscreve-se numa perspectiva dominada pela partilha entre uma ordem do sentido, sede da consciência, e uma ideia de movimento como aquilo de que todo sentido está ausente, distinção posta em questão pela caracterização do sujeito como movimento de um sujeito, aquilo em que se realiza sua atividade…</description>
    </item>
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        <title>Finitude</title>
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        <description>Finitude

BARBARAS, Renaud. Métaphysique du sentiment. Paris: Editions du Cerf, 2016

I. Os dois sentidos da finitude
A marcha efetuada é essencialmente crítica e regressiva, crítica por denunciar os subentendidos falaciosos da concepção dominante do sensível como objeto de uma sensibilidade, e regressiva por conduzir da relação fenomenológica do sujeito com o sensível à determinação ontológica última do sensível como produto do mundo</description>
    </item>
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        <title>Linguagem</title>
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        <description>Linguagem

BARBARAS, Renaud. Métaphysique du sentiment. Paris: Editions du Cerf, 2016

Biologia privativa
A descoberta do arqui-evento como fonte de uma individuação por separação desemboca no que se chamou de biologia privativa, devendo os viventes sua realidade a uma privação que é efeito do arqui-evento</description>
    </item>
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        <title>Metafísica</title>
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        <description>Metafísica

BARBARAS, Renaud. Métaphysique du sentiment. Paris: Editions du Cerf, 2016
Com o arqui-evento penetra-se num domínio absolutamente novo, irredutível tanto à ordem do sujeito quanto à do processo mundano, ordem que dá conta da distância entre sujeito e mundo, distância da qual procede o próprio sujeito</description>
    </item>
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        <title>Processo do mundo</title>
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        <description>Processo do mundo

BARBARAS, Renaud. Métaphysique du sentiment. Paris: Editions du Cerf, 2016
O aprofundamento do modo de ser do sujeito do sentir permite retomar a questão do mundo à luz das oposições pelas quais foi necessário caracterizá-lo, sendo o sujeito caracterizado por seu pertencimento ao mundo, pertencimento exigido pelo a priori da correlação, já que não há relação verdadeira sem um ser comum</description>
    </item>
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        <title>Sensível</title>
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        <description>Sensível

BARBARAS, Renaud. Métaphysique du sentiment. Paris: Editions du Cerf, 2016

O sensível
A perspectiva fenomenológica adotada substitui a construção teórica que vê na experiência o encontro de uma realidade estranha à sensibilidade e de uma sensibilidade estranha à realidade pela ideia de aparecer, sendo o ser do aparecente inteiramente significado ou apresentado por seu aparecer, de modo que o mundo aparece sobre o modo sensível porque é intrinsecamente sensível</description>
    </item>
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        <title>Metafísica do Sentimento</title>
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        <description>Metafísica do Sentimento

BARBARAS, Renaud. Métaphysique du sentiment. Paris: Editions du Cerf, 2016.
A motivação fundamental deste trabalho consiste na vontade de conferir à poesia sua envergadura metafísica máxima, abordando-a sob seu aspecto mais radical, o que implica reconhecer nela não um gênero literário entre outros, mas uma experiência e um modo de existir nutrido dessa experiência</description>
    </item>
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        <title>Sujeito como movimento</title>
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        <description>Sujeito como movimento

BARBARAS, Renaud. Métaphysique du sentiment. Paris: Editions du Cerf, 2016
A questão maior que permite trazer à luz o estatuto ontológico verdadeiro do sensível é a do sentido de ser do sujeito ao qual esse mundo sensível aparece, sujeito ao qual não basta atribuir uma sensibilidade, já que é precisamente o ser da sensibilidade que está em questão, várias considerações conduzindo a privilegiar uma concepção dinâmica do sujeito</description>
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