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        <title>EREIGNIS</title>
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        <dc:creator>Anonymous (anonymous@undisclosed.example.com)</dc:creator>
        <title>CONDUTA MORAL É ALGO NATURAL?</title>
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        <description>CONDUTA MORAL É ALGO NATURAL?

ARENDT, Hannah. Responsabilidade e julgamento. Tr. Rosaura Eichenberg. São Paulo: Companhia das Letras, 2004 / Responsibility and Judgment. New York: Schocken Books, 2003

[...] ninguém em sã consciência pode ainda afirmar que a conduta moral é algo natural – das Moralische versteht sich von selbst, uma pressuposição sob o domínio da qual a geração a que pertenço foi criada. Essa pressuposição incluía uma nítida distinção entre a legalidade e a moralidade, e embora…</description>
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        <dc:creator>Anonymous (anonymous@undisclosed.example.com)</dc:creator>
        <title>DISCRIMINAR CERTO E ERRADO - HABILIDADE DE PENSAR</title>
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        <description>DISCRIMINAR CERTO E ERRADO - HABILIDADE DE PENSAR

HARJ:164-166

ARENDT, Hannah. Responsabilidade e julgamento. Tr. Rosaura Eichenberg. São Paulo: Companhia das Letras, 2004

Se a habilidade de distinguir o certo do errado deve ter algo a ver com a habilidade de pensar, devemos ser capazes de</description>
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        <dc:creator>Anonymous (anonymous@undisclosed.example.com)</dc:creator>
        <title>GRANDES VILÕES E O MAL</title>
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        <description>GRANDES VILÕES E O MAL

ARENDT, Hannah. Responsabilidade e julgamento. Tr. Rosaura Einchenberg. São Paulo: Companhia das Letras, 2004

Estaríamos numa situação um pouco melhor se nos permitíssemos voltar os olhos para a literatura, para Shakespeare, Melville ou Dostoiévski, nos quais encontramos os grandes vilões. Eles também podem ser incapazes de nos dizer alguma coisa específica sobre a natureza do mal, mas pelo menos não se furtam ao problema. Sabemos, e podemos quase ver, como o mal assombr…</description>
    </item>
    <item rdf:about="https://www.ereignis.hyperlogos.info/doku.php?id=estudos:arendt:rj:razao-desejo-vontade-liberdade-rj&amp;rev=1783267633&amp;do=diff">
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        <title>RAZÃO - DESEJO - VONTADE - LIBERDADE</title>
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        <description>RAZÃO - DESEJO - VONTADE - LIBERDADE

HARJ:112-115

ARENDT, Hannah. Responsabilidade e julgamento. Tr. Rosaura Eichenberg. São Paulo: Companhia das Letras, 2004
A introdução do fenômeno da vontade, desconhecido da Antiguidade, esclarece-se por meio da distinção entre desejo e razão, ilustrada pelo exemplo do prato de morangos, no qual o desejo, entendido pelos antigos como atração natural pertencente ao elemento animal no homem, era julgado pela razão segundo uma hierarquia tradicional das facul…</description>
    </item>
    <item rdf:about="https://www.ereignis.hyperlogos.info/doku.php?id=estudos:arendt:rj:regras-de-comportamento-rj&amp;rev=1783267633&amp;do=diff">
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        <dc:creator>Anonymous (anonymous@undisclosed.example.com)</dc:creator>
        <title>REGRAS DE COMPORTAMENTO</title>
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        <description>REGRAS DE COMPORTAMENTO

HARJ:143-145

ARENDT, Hannah. Responsabilidade e julgamento. Tr. Rosaura Eichenberg. São Paulo: Companhia das Letras, 2004
Quando se questiona se há algo a que se agarrar ao julgar o certo e o errado para além da aplicação automática de regras gerais, verifica-se que embora existam padrões aceitos nos mores de cada comunidade, o elemento decisivo ao qual o julgamento efetivamente se prende é o exemplo, conforme indicado por</description>
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        <title>Responsabilidade e Julgamento</title>
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        <description>Responsabilidade e Julgamento

ARENDT, Hannah. Responsibility and judgment. first paperb. ed ed. New York, NY: Schocken Books, 2003.
Ao receber a notícia de ter sido escolhida para o Prêmio Sonning em reconhecimento à contribuição para a civilização europeia, tantas reações e reflexões parcialmente conflitantes surgiram que não foi fácil assimilar o fato, além da gratidão fundamental que nos deixa indefesos sempre que o mundo oferece um verdadeiro presente, algo que vem gratuitamente, quando a F…</description>
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