obra:ga74:27a38
GA74 §§27-38
Zum Wesen der Sprache und Zur Frage nach der Kunst [2010]
A Fala (resumos)
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§27 — O Seyn é o Er-eignis na posse própria de seu wesender, e como tal acontece a Wahrheit; o Inzwischen é o Ab-grund, livre do ente e decidido à fundação.
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§28 — A pergunta pelo pertencimento do homem ao Seyn precede toda questão sobre deuses; a Gottlosigkeit pode ser mais essencial ao Seyn do que qualquer Göttertum.
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§29 — O homem histórico jamais experimenta o Seyn porque este não é coerção nem poder; sua Milde e Stille permitem ao homem extraviar-se no ente e satisfazer-se com a aparência.
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§30 — O Seyn não é parte ou núcleo do ente, nem objetidade imputada pela representação; é antes o Er-eignis que funda o que pode wesender no Eigen-tum e, ao fundar, retrai-se no Ab-grund; o Seyn é o Nichts.
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§31 — O Ab-grund significa, no dizer seinsgeschichtlich, que o Er-eignis se recusa na própria Er-eignung e se retira para o que lhe é próprio; nisso não há Tiefsinn, Tragik nem Mystik.
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§32 — A proximidade mais pura ao Seyn não exige intensificação; é simplesmente a Inständigkeit na recusa ab-gründend, distinta de todo contato com o ente ou vivência plena de ente.
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§33 — O dizer mais originário enuncia: o Seyn é — não o ente nem o não-ente podem ser sem a fundação da Wahrheit do Seyn mais originário; o Es sich er-eignet guarda em si cada “é”.
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§34 — A distinção entre “Sein” e “Werden” é caduca: tudo “é” porque iste no Seyn como Er-eignis; o “Werden” hegeliano-nietzschiano eleva o instável à condição de Sein sem superar a proveniência seinsgeschichtlich.
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§35 — O domínio da Wahrheit é o Seyn que wesender no Er-eignis e recusa toda Gestalt; o sistema é exigência da Seiendheit como subjetividade incondicionada, não do Seyn.
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§36 — O Be-stimmen da Stimmung da Stimme não produz nem causa nada no ente; é apenas o wesender do Seyn mesmo; o aspecto psicológico da Stimmung como sentimento resulta de pensar o homem só como animal rationale.
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§37 — O Maaß não está fora nem dentro do homem, mas no modo como o Seyn o er-eignet para o Da-sein; a Selbstheit é mais profunda que a Ichheit; onde há Maaß há proximidade da Ruhe originária, e onde pode haver Maaß há também o Maaßlose da Machenschaft.
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§38 — Não se trata de predizer eventos, mas de dizer o que acontece a partir do saber da Geschichte; esta é o próprio Seyn; o Anklang do Seyn ressoa na Verweigerung.
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