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GA59: ESTRUTURA

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INHALT

EINLEITUNG Die Problemlage der Philosophie

  • § 1. Die Funktion einer »Theorie der philosophischen Begriffsbildung« in der Phänomenologie
  • § 2. Die Unterscheidung von wissenschaftlicher Philosophie und Weltanschauungsphilosophie
  • § 3. Lebensphilosophie und Kulturphilosophie – die beiden Hauptgruppen der Gegenwartsphilosophie
  • § 4. Leben als Urphänomen und die beiden Problemgruppen der gegenwärtigen Philosophie
    • a) Leben als Objektivieren und das Problem der absoluten Geltung (das Aprioriproblem)
    • b) Leben als Erleben und das Problem des Irrationalen (das Erlebnisproblem)
  • § 5. Die phänomenologische Destruktion
    • a) Die Funktion der Phänomenologie im Ganzen des Philosophierens
    • b) Die Vorgriffsgebundenheit der phänomenologischen Destruktion
    • c) Philosophie und faktische Lebenserfahrung
    • d) Die Anwendung der Destruktion in den beiden Problemgruppen

ERSTER TEIL Zur Destruktion des Aprioriproblems

  • § 6. Die sechs Bedeutungen von Geschichte und erste Hebung der in ihnen gelegenen Vorzeichnungen
  • § 7. Der rechte Verfolg der Vorzeichnungen: Die Explikation der Sinnzusammenhänge
  • § 8. Bezugscharakteristik: Die Artikulation der Sinnzusammenhänge nach dem Bezugssinn
  • § 9. Die Rolle des Geschichtlichen innerhalb der Aprioritätstendenz der Philosophie
  • § 10. Vollzugscharakteristik: Die Artikulation der Sinnzusammenhänge nach dem Vollzugssinn
    • a) Die Aufgabe der phänomenologischen Diiudication
    • b) Die phänomenologische Diiudication der genuinen Vollzüge der in Frage stehenden Bedeutungszusammenhänge

ZWEITER TEIL Zur Destruktion des Erlebnisproblems

  • § 11. Der Übergang zur zweiten Problemgruppe und das Verhältnis von Psychologie und Philosophie

Erster Abschnitt Die destruierende Betrachtung der Natorpschen Position

  • § 12. Die vier Gesichtspunkte der Destruktion
  • § 13. Natorps allgemeine rekonstruktive Psychologie
    • a) Die Methode der Rekonstruktion
    • b) Die Disposition der Psychologie
  • § 14. Die Durchführung der Destruktion
    • a) In welcher Tendenz geht Natorp an den Erlebniszusammenhang heran?
    • b) Welches ist der Einheits- und Mannigfaltigkeitscharakter des Erlebniszusammenhangs?
    • c) Wie verhält sich das Ich im Erlebniszusammenhang?
    • d) Wie wird das Ich selbst gehabt?
  • § 15. Konstitution als leitender Vorgriff
    • a) Der Primat der Methode
    • b) Die Bestimmung des Ichproblems durch die Idee der Konstitution
    • c) Die Radikalisierung des Theoretischen in der Konstitutionsidee
    • d) Vollzugs- und Ordnungszusammenhang (Nachschrift: Oskar Becker)

ANHANG

  • 1. Zu den §§ 1-3
  • 2. Zu § 3
  • 3. Zu § 5
  • 4. Zu § 8 (S. 60 f.)
  • 5. Zu § 8 (S. 63 f.)
  • 6. Zu § 9
  • 7. Zu § 10 a
  • 8. Zu § 12
  • 9. Zu § 13
  • 10. Zu § 14
  • 11. Zu § 15
  • 12. Zu § 15 b
  • 13. Zu § 15 c
  • 14. Zu § 16

Nachwort des Herausgebers

tradução

CONTEÚDO

INTRODUÇÃO A situação problemática da filosofia

  • § 1. A função de uma »teoria da formação de conceitos filosóficos« na fenomenologia
  • § 2. A distinção entre filosofia científica e filosofia de cosmovisão
  • § 3. Filosofia da vida e filosofia da cultura – os dois grupos principais da filosofia contemporânea
  • § 4. A vida como fenômeno originário e os dois grupos de problemas da filosofia atual
    • a) Vida como objetivação e o problema da validade absoluta (o problema do a priori)
    • b) Vida como vivência e o problema do irracional (o problema da vivência)
  • § 5. A destruição fenomenológica
    • a) A função da fenomenologia no todo do filosofar
    • b) A vinculação a antecipações da destruição fenomenológica
    • c) Filosofia e experiência fática da vida
    • d) A aplicação da destruição nos dois grupos de problemas

PRIMEIRA PARTE Sobre a destruição do problema do a priori

  • § 6. Os seis significados de história e primeira elevação das pré-indicações neles contidas
  • § 7. O correto prosseguimento das pré-indicações: A explicitação das conexões de sentido
  • § 8. Característica de referência: A articulação das conexões de sentido segundo o sentido de referência
  • § 9. O papel do histórico dentro da tendência à aprioridade da filosofia
  • § 10. Característica de execução: A articulação das conexões de sentido segundo o sentido de execução
    • a) A tarefa da diiudicação fenomenológica
    • b) A diiudicação fenomenológica das execuções genuínas das conexões de significado em questão

SEGUNDA PARTE Sobre a destruição do problema da vivência

  • § 11. A transição para o segundo grupo de problemas e a relação entre psicologia e filosofia

Primeira seção A consideração destruidora da posição de Natorp

  • § 12. Os quatro pontos de vista da destruição
  • § 13. A psicologia reconstrutiva geral de Natorp
    • a) O método da reconstrução
    • b) A disposição da psicologia
  • § 14. A execução da destruição
    • a) Com que tendência Natorp aborda a conexão da vivência?
    • b) Qual é o caráter de unidade e multiplicidade da conexão da vivência?
    • c) Como o eu se comporta na conexão da vivência?
    • d) Como o eu mesmo é tido?
  • § 15. Constituição como antecipação condutora
    • a) O primado do método
    • b) A determinação do problema do eu pela ideia de constituição
    • c) A radicalização do teórico na ideia de constituição
    • d) Conexão de execução e de ordenação (Transcrição: Oskar Becker)

ANEXO

  • 1. Sobre os §§ 1-3
  • 2. Sobre o § 3
  • 3. Sobre o § 5
  • 4. Sobre o § 8 (p. 60 f.)
  • 5. Sobre o § 8 (p. 63 f.)
  • 6. Sobre o § 9
  • 7. Sobre o § 10 a
  • 8. Sobre o § 12
  • 9. Sobre o § 13
  • 10. Sobre o § 14
  • 11. Sobre o § 15
  • 12. Sobre o § 15 b
  • 13. Sobre o § 15 c
  • 14. Sobre o § 16

Posfácio do editor

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