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GA36-37 Sein und Wahrheit
Sein und Wahrheit
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1. Die Grundfrage der Philosophie (SS 1933) / A questão fundamental da filosofia
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2. Vom Wesen der Wahrheit (WS 1933/34) / Da essência da verdade
Traduções
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HEIDEGGER, Martin. Ser e Verdade. 1. A questão fundamental da filosofia. 2. Da essência da verdade. Tr. Emmanuel Carneiro Leão. Petrópolis: Petrópolis, 2007 [GA36-37ECL]
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HEIDEGGER, Martin. Being and Truth. Tr. Gregory Fried and Richard Polt. Bloomington: Indiana University Press, 2010 (ebook) [GA36-37FP]
INTRODUÇÃO - A questão fundamental da filosofia e o acontecimento fundamental de nossa história
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§ 1. A missão político-espiritual como decisão para a questão fundamental
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§ 2. O questionamento da poesia e do pensamento gregos e o princípio da filosofia. A filosofia como combate histórico que questiona sem cessar a essência do ser dos sendos
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§ 3. O que a filosofia não é. Recusa das tentativas inadequadas de determinação
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§ 4. A questão fundamental da filosofia e a discussão com a história do espírito ocidental em sua posição capital: Hegel
PARTE PRINCIPAL - Questão fundamental e metafísica. Preparação de uma discussão com Hegel
PRIMEIRO CAPÍTULO - Elaboração, evolução e cunho cristão da metafísica tradicional
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§ 5. Indicações para uma discussão com Hegel
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§ 6. O conceito de metafísica e sua transformação até a metafísica clássica da Idade Moderna
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a) Origem do conceito de metafísica como etiqueta técnica de classificação para determinados escritos aristotélicos (meta ta physika)
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b) Do título de classificação para o conceito real. A transformação cristã do conceito de metafísica: conhecimento do supra-sensível (trans physicam)
§ 7. A questão crítica de Kant sobre a possibilidade do conhecimento metafísico e a divisão clássica de metafísica-
a) Sobre a repercussão da índole cristã do conceito de metafísica
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b) As três disciplinas racionais da metafísica moderna e a questão de Kant sobre a possibilidade interna e os limites do conhecimento metafísico enquanto conhecimento da razão pura
SEGUNDO CAPÍTULO - O sistema da metafísica moderna e seu primeiro fundamento principal de determinação: o matemático
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§ 8. Observações prévias sobre o conceito e significado do matemático na metafísica
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a) Tarefa: retorno histórico para os pontos de inversão do conceito de metafísica
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b) Conceito grego do que pode ser ensinado e aprendido (ta mathemata) e a conexão interna entre o “matemático” e o “método”
§ 9. A precedência do matemático e sua decisão prévia sobre o conteúdo da filosofia moderna: a ideia possível de verdade e a possibilidade de saber§ 10. A metafísica moderna e suas falhas no princípio aparentemente novo em Descartes-
a) A imagem costumeira de Descartes e a nova fundação rigorosa da filosofia pela consideração radical da dúvida
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b) A aparente radicalidade e a nova fundamentação de Descartes sob o predomínio da ideia matemática de método
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α) A dúvida metódica como caminho do indubitável. O mais simples e o mais evidente é o fundamento
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β) A dúvida como aparência. A decisão prévia por algo indubitável com o caráter de coisa
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γ) O fundamentum como eu
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δ) O eu como eu mesmo. A consideração do si-mesmo como ilusão
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ε) A essência do eu (mesmo) como consciência
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ζ) O si-mesmo como eu e o eu como “sujeito”. A transformação do conceito de sujeito
c) A consequência de conteúdo deste predomínio da ideia matemática do método: não alcançar o si-mesmo próprio do homem nem a questão fundamental da filosofia. A decisão prévia da certeza matemática sobre a verdade e o ser§ 11. O predomínio da ideia de método matemático na construção dos sistemas metafísicos do século XVIII§ 12. Definições introdutórias tiradas da Ontologia de Wolff. Partir dos princípios filosóficos de todo conhecimento humanoTERCEIRO CAPÍTULO - Determinação cristã e ideia matemático-metódica de fundamentação nos sistemas metafísicos da Idade Moderna
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§ 13. O entrelaçamento das duas tarefas principais: fundamentação da essência do ser em geral e demonstração da essência e existência de Deus
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§ 14. O caráter matemático do sistema a partir da metafísica de Baumgarten
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a) O conceito de veritas metaphysica: coincidência do sendo com os princípios mais universais
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b) Reflexões prévias sobre o caráter de princípio do princípio, a partir do que o ens in communi há de deixar-se determinar
§ 15. O ponto de partida de Baumgarten pelo e no possibile (o que pode ser) e o princípio lógico da contradição como princípio absolutamente primeiro da metafísica§ 16. Observações para fundar o principium primum. O princípio da contradição e a presença do homem: a preservação da “mesmidade” (Selbigkeit) do mesmo§ 17. A determinação lógico-matemática do ponto de partida, meta e derivação no sistema metafísico de Baumgarten-
a) O summum ens como perfectissimum. O perfectum pertence ao conceito de ser e à propriedade da transição para o ser supremo
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b) Os passos principais na construção do sistema metafísico
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α) O ponto de partida do que se pode pensar no pensamento judicativo (predicativo) e o princípio do fundamento
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β) A delimitação lógica do ens. A possibilitas como essentia (ser algo): compatibilidade das determinações internas e simples
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γ) A relatio ad unum da essentia como perfectum. O sentido matemático de compatibilidade do perfectum
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δ) A propriedade do perfectum como transição para o summum ens: capacitação necessária, do ponto de vista lógico-matemático, do perfectum, para potenciar-se até o perfectissimum
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ε) O summum ens como perfectissimum e as determinações do ser incluídas
QUARTO CAPÍTULO - Hegel. A plenitude da metafísica como teo-lógica
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§ 18. Transição para Hegel
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§ 19. O caráter fundamental da metafísica de Hegel. Metafísica como teo-lógica
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a) A metafísica de Hegel como lógica
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α) A ciência da lógica como propriamente metafísica
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β) A metafísica como lógica num perfil mais elevado. A lógica do logos como lógica das essências puras
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γ) A lógica superior como lógica da razão
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αα) A essência da razão como saber consciente de si mesmo
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ββ) A verdade (o saber de si mesma) da razão como espírito absoluto
b) Lógica como sistema da consciência absoluta de si mesmo de Deus. Teo-lógica§ 20. A plenitude da filosofia ocidental na metafísica como teo-lógica - e o questionamento desta “plenitude”CONCLUSÃO
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§ 21. Discussão e empenho
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