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GA32: ESTRUTURA

original

INHALT

EINLEITUNG Die Aufgabe der »Phänomenologie des Geistes« als erster Teil des Systems der Wissenschaft

  • § 1. Phänomenologie- und Enzyklopädisystem
  • § 2. Hegels Fassung eines Systems der Wissenschaft
    • a) Die Philosophie als »die Wissenschaft«
    • b) Absolutes und relatives Wissen; die Philosophie als das System der Wissenschaft
  • § 3. Die Bedeutung des ersten Teils des Systems in der Kennzeichnung seiner beiden Titel
    • a) »Wissenschaft der Erfahrung des Bewußtseins«
    • b) »Wissenschaft der Phänomenologie des Geistes«
  • § 4. Der innere Auftrag der »Phänomenologie des Geistes« als erster Teil des Systems
    • a) Das Zusichselbstkommen des absoluten Wissens
    • b) Mißdeutungen der Absicht der »Phänomenologie«
    • c) Bedingungen der Auseinandersetzung mit Hegel

Vorbetrachtung

  • § 5. Die Voraussetzung der »Phänomenologie«, ihr absoluter Beginn mit dem Absoluten
    • a) Die Stufen des Zusichselbstkommens des Geistes
    • b) Philosophie als die Entfaltung ihrer Voraussetzung; die Frage nach der Endlichkeit und Hegels Problematik der Unendlichkeit
    • c) Kurze Vorbemerkung zur Literatur, zur Terminologie der Worte ›Sein‹ und ›Seiendes‹ und zur inneren Haltung beim Lesen

ERSTER TEIL Bewußtsein

Erstes Kapitel Die sinnliche Gewißheit

  • § 6. Das Unmittelbare der sinnlichen Gewißheit
    • a) Das unmittelbare Wissen als notwendiger erster Gegenstand für uns als absolut Wissende
    • b) Das Anundfürsichsein der Sache selbst und das Zusehen des absoluten Wissens; das absolvente absolute Wissen
    • c) Die Unmittelbarkeit des Gegenstandes und des Wissens der sinnlichen Gewißheit; das reine Sein, die Vorhandenheit
    • d) Unterschiede und Vermittelheit im reinen Sein des Unmittelbaren der sinnlichen Gewißheit – die Vielheit der Dieses-Beispiele, das Dieses als Ich und als Gegenstand
    • e) Die Erfahrung des Unterschiedes von Unmittelbarkeit und Vermittlung, Wesen und Unwesentlichem an der sinnlichen Gewißheit selbst; das Dieses als das Wesen, seine Bedeutung als Jetzt und Hier, das Allgemeine als das Wesen des Dieses
    • f) Die Sprache als Ausdruck des Allgemeinen und das gemeinte Einzelne – ontologische Differenz und Dialektik
  • § 7. Die Vermitteltheit als das Wesen des Unmittelbaren und die dialektische Bewegung
    • a) Das Meinen als das Wesen der sinnlichen Gewißheit; die Jeweiligkeit und die Allgemeinheit des Meinens
    • b) Die Unmittelbarkeit der sinnlichen Gewißheit als Ununterschiedenheit von Ich und Gegenstand; das aufgezeigte einzelne Jetzt in seiner Bewegung zum Allgemeinen
    • c) Die Unendlichkeit des absoluten Wissens als Aufgehobensein des Endlichen, als Dialektik; der Ansatz der Auseinandersetzung mit Hegels Dialektik – Unendlichkeit oder Endlichkeit des Seins
    • d) Richtpunkte in bezug auf das Problem der Unendlichkeit des Seins: die Absolvenz des Geistes aus dem Relativen; die logische und die subjektive Begründung der Unendlichkeit

Zweites Kapitel Die Wahrnehmung

  • § 8. Das Wahrnehmungsbewußtsein und sein Gegenstand
    • a) Die Wahrnehmung als Vermittlung und Übergang zwischen sinnlicher Gewißheit und Verstand
    • b) Das Ding als das Wesentliche der Wahrnehmung; die Dingheit als Einheit des Auch der Eigenschaften
    • c) Die ausschließende Einheit des Dinges als Bedingung der Eigenschaftlichkeit; die Eigenschaftlichkeit des Wahrnehmungsgegenstandes und die Möglichkeit der Täuschung
  • § 9. Die vermittelnde Widersprüchlichkeit der Wahrnehmung
    • a) Die Täuschungsmöglichkeit als Grund des Widerspruchs der Wahrnehmung in sich als Nehmen und Reflexion
    • b) Die wechselweise Verteilung des widersprüchlichen Eins und Auch des Dinges an das Wahrnehmen als Nehmen und Reflexion
    • c) Der Widerspruch des Dinges in sich — Fürsichsein und Sein für Anderes — und das Scheitern der Reflexion der Wahrnehmung

Drittes Kapitel Kraft und Verstand

  • § 10. Die Absolutheit der Erkenntnis
    • a) Die absolute Erkenntnis als Ontotheologie
    • b) Die Einheit der Widersprüchlichkeit des Dinges in seinem Wesen als Kraft
    • c) Endliche und absolute Erkenntnis — »Erscheinung und übersinnliche Welt«
  • § 11. Der Übergang vom Bewußtsein zum Selbstbewußtsein
    • a) Die Kraft und das Spiel der Kräfte; das Fürsichsein im Füranderessein
    • b) Die Erscheinung des Spiels der Kräfte und die Einheit des Gesetzes
    • c) Die Unendlichkeit des Ich; der Geist als λόγος, Ich, Gott und ὄν

ZWEITER TEIL Selbstbewußtsein

  • § 12. Das Selbstbewußtsein als die Wahrheit des Bewußtseins
    • a) »Die Wahrheit der Gewißheit seiner selbst«
    • b) Die Bedeutung des Überganges vom Bewußtsein zum Selbstbewußtsein
  • § 13. Das Sein des Selbstbewußtseins
    • a) Die Gewinnung des Selbstseins des Selbst in seiner Selbständigkeit
    • b) Der neue Seinsbegriff des Insichtändigen, das Leben; Sein und Zeit bei Hegel — »Sein und Zeit«

Schluß

Nachwort der Herausgeberin

tradução

CONTEÚDO

INTRODUÇÃO A tarefa da “Fenomenologia do Espírito” como primeira parte do sistema da ciência

  • § 1. Sistema da fenomenologia e sistema da enciclopédia
  • § 2. A concepção hegeliana de um sistema da ciência
    • a) A filosofia como “a ciência”
    • b) Saber absoluto e saber relativo; a filosofia como o sistema da ciência
  • § 3. O significado da primeira parte do sistema na caracterização de seus dois títulos
    • a) “Ciência da experiência da consciência”
    • b) “Ciência da fenomenologia do espírito”
  • § 4. A missão interna da “Fenomenologia do Espírito” como primeira parte do sistema
    • a) O vir-a-si-mesmo do saber absoluto
    • b) Equívocos sobre a intenção da “Fenomenologia”
    • c) Condições do confronto com Hegel

Consideração preliminar

  • § 5. O pressuposto da “Fenomenologia”, seu começo absoluto com o Absoluto
    • a) Os graus do vir-a-si-mesmo do espírito
    • b) Filosofia como o desdobramento de seu pressuposto; a questão da finitude e a problemática hegeliana da infinitude
    • c) Breve observação preliminar sobre a literatura, a terminologia das palavras 'Ser' e 'Ente' e a atitude interna durante a leitura

PRIMEIRA PARTE Consciência

Primeiro capítulo A certeza sensível

  • § 6. O imediato da certeza sensível
    • a) O saber imediato como primeiro objeto necessário para nós, os que sabem absolutamente
    • b) O ser-em-si-e-para-si da coisa mesma e o olhar do saber absoluto; o saber absoluto “absolvente”
    • c) A imediatidade do objeto e do saber da certeza sensível; o ser puro, a presença
    • d) Diferenças e mediação no ser puro do imediato da certeza sensível – a multiplicidade dos exemplos de “este”, o “este” como eu e como objeto
    • e) A experiência da diferença entre imediatidade e mediação, essência e inessencial na própria certeza sensível; o “este” como a essência, seu significado como Agora e Aqui, o universal como a essência do “este”
    • f) A linguagem como expressão do universal e o singular visado – diferença ontológica e dialética
  • § 7. A mediação como a essência do imediato e o movimento dialético
    • a) O visar como a essência da certeza sensível; a temporalidade e a universalidade do visar
    • b) A imediatidade da certeza sensível como indistinção entre eu e objeto; o Agora singular mostrado em seu movimento para o universal
    • c) A infinitude do saber absoluto como suprassunção do finito, como dialética; o ponto de partida do confronto com a dialética de Hegel – infinitude ou finitude do ser
    • d) Pontos de referência em relação ao problema da infinitude do ser: a absolvição do espírito a partir do relativo; a fundamentação lógica e subjetiva da infinitude

Segundo capítulo A percepção

  • § 8. A consciência perceptiva e seu objeto
    • a) A percepção como mediação e transição entre a certeza sensível e o entendimento
    • b) A coisa como o essencial da percepção; a coisidade como unidade do “também” das propriedades
    • c) A unidade exclusiva da coisa como condição da qualidade de propriedade; a qualidade de propriedade do objeto da percepção e a possibilidade do engano
  • § 9. A contraditoriedade mediadora da percepção
    • a) A possibilidade do engano como fundamento da contradição da percepção em si mesma como tomar e reflexão
    • b) A distribuição recíproca do contraditório Um e Também da coisa ao perceber como tomar e reflexão
    • c) A contradição da coisa em si – ser-para-si e ser-para-outro – e o fracasso da reflexão da percepção

Terceiro capítulo Força e entendimento

  • § 10. A absolutidade do conhecimento
    • a) O conhecimento absoluto como ontoteologia
    • b) A unidade da contraditoriedade da coisa em sua essência como força
    • c) Conhecimento finito e absoluto – “Fenômeno e mundo suprassensível”
  • § 11. A transição da consciência para a autoconsciência
    • a) A força e o jogo das forças; o ser-para-si no ser-para-outro
    • b) O fenômeno do jogo das forças e a unidade da lei
    • c) A infinitude do Eu; o espírito como λόγος, Eu, Deus e ὄν

SEGUNDA PARTE Autoconsciência

  • § 12. A autoconsciência como a verdade da consciência
    • a) “A verdade da certeza de si mesmo”
    • b) O significado da transição da consciência para a autoconsciência
  • § 13. O ser da autoconsciência
    • a) A obtenção do ser-si-mesmo do si mesmo em sua autonomia
    • b) O novo conceito de ser do que é estável-em-si, a vida; Ser e tempo em Hegel – “Ser e Tempo”

Conclusão

Posfácio da editora

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