husserliana:husserl:beginnings-and-ends-in-phenomenology-1928-1938
Husserl and Fink — Beginnings and Ends in Phenomenology 1928-1938
-
Capítulo 1. Narrativa Contextual: O Workshop de Fenomenologia de Freiburg, 1925–1938
-
1.1. Eugen Fink, Chegada em Freiburg
-
1.4. O Avanço Final: 1934–1937
-
1.5. O Fim e um Novo Começo
Capítulo 2. Orientação I: Fenomenologia Além do Preliminar-
2.1. A Redução Fenomenológica — Feita Apenas Sendo Refeita
-
2.2. Questões que Forçam o Movimento Além do Preliminar: 1927–1928
-
2.3. A Natureza do Sistema de Husserl
-
2.4. A Questão do Tempo e a Questão do Sujeito: Levando a Noematização aos Limites
-
2.5. A Questão do Tempo e a Questão do Ser
-
2.6. A Crítica das Autoconcepções
-
2.6.1. A Redução Novamente: A Própria Crítica de Husserl à Sua Apresentação Inicial da Fenomenologia
-
2.6.2. A Crítica dos Esquemas Conceituais para a “Subjetividade Transcendental”: Reconsideração por Fink
-
2.6.2.1. Questionando o Esquema Epistemológico Básico — Pontos Gerais
-
2.6.2.2. Crítica às “Meditações Cartesianas”
-
2.6.2.3. Questionando o Esquema Epistemológico — Pontos para uma Crítica do “Idealismo” Fenomenológico
-
2.6.2.4. Autoconcepções e a Questão do Ser
-
2.6.2.5. A Des-Humanização da Subjetividade Transcendental: Novas Exigências
-
2.6.2.6. Primeiro Corolário da Des-Humanização: Crítica do Eu
-
2.6.2.7. Segundo Corolário da Des-Humanização: Crítica do Paralelismo e da Coincidência Psicológico-Fenomenológicos
-
2.6.2.8. Terceiro Corolário: A Consciência de Performance como Pista para o Transcendental
2.7. Uma Palavra Final: Continuando a Fenomenologia ao Rerradicalizar as QuestõesCapítulo 3. Orientação II: Quem é a Fenomenologia? Husserl — Heidegger?-
3.1. Um Terceiro Caminho Além da Oposição Mútua entre Constituição e Transcendência
-
3.2. Transcendência na Ontologia Fundamental de Heidegger
-
3.3. As Questões na Crítica de Fink à Ontologia Fundamental
-
3.3.1. A Redução Fenomenológica e a Diferença Ontológica; o Problema a Priori
-
3.3.2. O Paradoxo Básico Novamente, Agora na Análise Heideggeriana da Temporalidade; o Movimento Além do Ser
-
3.3.3. A Inatingibilidade Ontológica do Sujeito
3.4. As Contribuições Positivas de Heidegger-
3.4.1. O “Eu Sou” como “Eu Sou no Mundo” Finito
-
3.4.2. A Explicação Filosófica como Construção — Mesmo na Fenomenologia Transcendental
3.5. O Termo da Investigação a Priori: “Fundamento” ou “Origem”?Capítulo 4. Temáticas Fundamentais I: O Mundo-
4.1. Reconsiderando o Tratamento Inicial; Tecendo o Fio de Ariadne
-
4.2. A Pré-Doação do Mundo em Qualquer Ponto de Partida
-
4.3. Estar Situado no Mundo: Capturação no Mundo
-
4.4. Como o Mundo Figura na Experiência
-
4.4.1. Descentrando a Abordagem Objeto-Entitativa; Horizontalidade
-
4.4.2. Horizontalidade e Consciência
-
4.4.3. Consciência de Performance e sua Delimitação
-
4.4.4. Juntando Tudo: Lendo Kant e Lendo o Mundo
4.5. Detalhando o Mundo como Pré-Dado Horizontalmente4.6. Reflexões do Trabalho Crítico de Fink nos Escritos da “Crise” de Husserl-
4.6.1. A Pré-Doação do Mundo
-
4.6.2. Des-Cartesianizando a Fenomenologia
-
4.6.3. Do Mundo-Objeto para a Cognição ao Mundo-como-Entorno para a Vigilância
-
4.6.4. Identidade e Diferença entre o Mundano e o Transcendental
Capítulo 5. Temáticas Fundamentais II: Tempo-
5.1. Estágio 1: O Estudo de Fink sobre o Tempo e os Manuscritos de Bernau
-
5.1.1. A Problemática Básica do Tempo
-
5.1.1.1. As Constituições Realizadas na Temporalidade — Orientação Geral
-
5.1.1.2. As Constituições da Temporalidade — as In-Stâncias
-
5.1.1.3. Temporalidade e o Problema da Origem
-
5.1.1.4. Temporalidade e a Constituição do Mundo
5.1.2. Estágio 1: O Primeiro Plano de Revisão de Fink para os Manuscritos de Bernau-
5.1.2.1. O Primeiro Plano de Revisão
-
5.1.2.2. Elementos Primordiais nos Manuscritos de Bernau para Motivar o Movimento Além Deles
-
5.1.2.3. Explorações sobre o Tempo por Fink, 1930–1933
-
5.1.2.3.1. A Estrutura Central: O Complexo Horizontal de Presentificação e Des-Presentificação
-
5.1.2.3.2. Tempo e a Constituição do Mundo: Os Cinco Horizontes do Tempo
-
5.1.2.3.3. Consciência de Performance como Consciência-Horizonte Não-Temática: Vigilância
5.2. Estágio 2: Reconcebendo o Projeto de Revisão — O Tratado em Duas Partes-
5.2.1. O Plano de 1934: Detalhes
-
5.2.2. A Análise do Tempo de Husserl nos Manuscritos C
-
5.2.2.1. O Presente Vivo como o Proto-Eu Transcendental
-
5.2.2.2. Submetendo o Presente Vivo/Proto-Eu Transcendental ao Escrutínio Fenomenológico
5.2.3. A Aporia da Análise do Tempo: Reflexão Através da Divisão Transcendental — Propostas de Fink-
5.2.3.1. Pontos Críticos: Presencialismo
-
5.2.3.2. O Eu como Vigilância na Horizontalidade da Des-Presentificação
5.3. Estágio 3: A Reversão e o Deslocamento-
5.3.1. Reversão: O Novo Livro sobre o Tempo
-
5.3.2. Reversão se Torna Deslocamento: A Metafísica do Jogo
Capítulo 6. Temáticas Fundamentais III: Vida e Espírito, e Entrada no Meôntico-
6.1. Filosofia da Vida, e a Vida como Ideia na Fenomenologia
-
6.2. Filosofia da Vida e Fenomenologia: Esboço para um Ensaio
-
6.2.1. As Acusações contra a Fenomenologia, 1: Consciência como Conceito Abstrato
-
6.2.2. As Acusações contra a Fenomenologia, 2: Fenomenologia Não Tem “Topos”, Não Tem “Lugar”
-
6.2.3. As Acusações contra a Fenomenologia, 3: A Hubris do Idealismo
6.3. Explicando a Fenomenologia no Contexto da Crítica-
6.3.1. A Redução como Pré-Condição para Tematizar a Vida
-
6.3.2. Fenomenologia como a “Metafísica” da Vida como Espírito
-
6.3.3. Vida na Filosofia da Vida, Vida na Fenomenologia
-
6.3.4. Vida como Pática: Nietzsche na Fenomenologia
-
6.3.5. A Reflexão Filosófica/Fenomenológica como um Ato da Vida
-
6.3.6. A Aporética da Reflexão Fenomenológica como um Ato Dentro da Vida
6.4. A Dupla Verdade da Explicação Constitutiva Última como MeônticaCapítulo 7. Núcleo Crítico-Sistemático: O Meôntico — na Metodologia e no Reconfiguração da Metafísica-
7.1. Pontos Gerais
-
7.1.1. A “Lógica da Origem,” 1: Seinssinn Meonticamente Dialético
-
7.1.2. A “Lógica da Origem,” 2: A Questão Viva
7.2. As Exigências Metodológicas da Dialética Meôntica-
7.2.1. Características Metodológicas 1: Indicação Formal
-
7.2.1.1. Heidegger
7.2.2. Características Metodológicas 2: Especulação-
7.2.2.1. Especulação: Hegel e Heidegger
7.2.3. Características Metodológicas 3: Construção7.2.4. Características Metodológicas 4: Fenomenologia Regressiva e Progressiva; a Analítica e a Especulativa-
7.2.4.1. Nota Suplementar: Tratamento Interno e Externo
7.3. Questões Primárias Reinterpretadas na Integração Meôntica: Metafísica Fenomenológica-
7.3.1. Metafísica Fenomenológica é Mais do que Ontologia
-
7.3.2. A Singularidade do Mundo
-
7.3.3. Temas Metafísicos no Projeto da “Crise”
-
7.3.3.1. História
-
7.3.3.2. Subjetividade Humana e Transcendental
-
7.3.3.3. O Mundo Pré-Dado — Acabado e Concluído, ou em uma Constituição em Contínuo Processo?
-
7.3.3.4. Deus
-
7.3.3.5. Adendo: Gnosticismo, Neoplatonismo e o Meôntico
7.3.4. Transição: Articulação TranscendentalCapítulo 8. Temáticas Corolárias I: Linguagem-
8.1. O Status de Antecedência da Linguagem
-
8.2. A Explicação da Linguagem como uma Tarefa Fenomenologicamente Especulativa: Tratamento Interno e Externo
-
8.2.1. Linguagem e a “Experiência Ontológica”
8.3. Idealidade8.4. Linguagem como Transcendentalmente Ambivalente, Isto É, Meonticamente ParadoxalCapítulo 9. Temáticas Corolárias II: Solidão e Comunidade — Intersubjetividade-
9.1. Lições da “Meditação V” para Recomeçar
-
9.1.1. “Meditação V,” uma Analítica de Primeiro Estágio
-
9.1.2. Limitações da Meditação Egológica
-
9.1.3. Limitações Protomodais na Empatia
-
9.1.4. Modificações da Protomodalidade
-
9.1.5. Indicações Complementares sobre Aberturas Além do Protomodal
9.2. Complementos do Contexto Mais Amplo da Crítica-
9.2.1. O Fundamento Horizontal Geral para a Manifestação “Empática” da Intersubjetividade
-
9.2.2. Duas Características Primordiais no Fundamento da Intersubjetividade
-
9.2.2.1. In-Stancialidade, a Leitura Meôntica
-
9.2.2.2. A Consciência-Performance de Estar com um Outro que Experiencia na In-Stância da Humanidade Plural
-
9.2.2.3. A Materialidade da Consciência-Performance
9.3. Monadologia Fenomenológica-
9.3.1. Tematização Reflexiva Transcendental e Egoidade Monádica
-
9.3.2. O Sentido Transcendental da Pluralidade Monádica Intersubjetiva
-
9.3.3. História e a “Comunidade” Transcendental
9.4. O Sentido Transcendental da Solidão HumanaCapítulo 10. Recomeçando Após o Fim do Workshop de Fenomenologia de Freiburg, 1938–1946-
10.1. Retorno à Universidade na Alemanha
-
10.2. Continuação: Renovando a Tradição Fenomenológica de Edmund Husserl
-
10.3. Crítica e Continuação, com uma Mudança na Ênfase Dimensional
husserliana/husserl/beginnings-and-ends-in-phenomenology-1928-1938.txt · Last modified: by 127.0.0.1
-
-
-
-
-
-
-
-
-
-
-
-
-
-
-
-
