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Fenomenologia e humanismo

LUIJPEN, William. Phenomenology and Humanism. A primer in existential phenomenology. Pittsburgh: Duquesne University Press, 1966

  • 1. REDUÇÃO FENOMENOLÓGICA E O “MUNDO VIVIDO”
    • O Absolutismo das Ciências: Uma Contradição
    • Alguns Exemplos
    • O Mundo Vivido como Nosso Mundo Objetivo
    • A Desconsideração do Conhecimento como Presença Imediata
    • “De Volta às Coisas Mesmas”
    • A Redução Fenomenológica
  • 2. A CONSCIÊNCIA COMO INTENCIONALIDADE
    • Pré-História do Conceito de Intencionalidade
    • A Concepção de Husserl
    • A Objetividade do Mundo
    • Objeções
    • Sartre Não É um Fenomenólogo, Mas um Pensador Cartesiano
  • 3. O HOMEM COMO EXISTÊNCIA
    • Existencialismo e Fenomenologia
    • A Intratabilidade de Jaspers e Marcel
    • Entre o Monismo Materialista e o Espiritualista
    • Indicar e Provar
    • A Existência como Essência Humana
    • O Cogito Existente Pré-Reflexivo
    • O Solo do Qual Brota a Filosofia
    • Abstração e Abstrações
    • A Atitude do Sujeito
    • Um Exemplo
    • O Significado Ontológico da Experiência Integral
    • Uma Nova Teoria das Ciências
  • 4. O “FATO PRIMITIVO” DA FENOMENOLOGIA EXISTENCIAL
    • O “Fato Primitivo” como Princípio Unificador
    • A Existência como Penumbra
    • A Existência como Encontro, como Diálogo, como Participação, como Presença
    • A Existência e a Questão de Deus
    • Um “Fato Primitivo” É um A Priori Dogmático?
  • 5. TEMAS DA FENOMENOLOGIA EXISTENCIAL
    • Uma Nova Atmosfera de Pensamento
    • A Existência como “Já” e como “Ainda Não” — Projeto
    • O Sujeito como Afirmação e como “Aniquilação”
    • A Existência como “Ter de Ser”
    • A Existência como Síntese de Presente, Passado e Futuro: História
    • História e Ética
    • Um Equívoco Desastroso
    • “Mãos Sujas”
    • Uma Solução É Possível?
  • 6. FENOMENOLOGIA E TEOLOGIA
    • Filosofia e Teologia
    • Teologia e Atualidade
    • Expectativas
    • Meditação Fenomenológico-Teológica
  • CONCLUSÃO
    • Deveríamos Tomar a Subjetividade como Nosso Ponto de Partida (Sartre)
    • O Que a Fenomenologia Não É
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