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Martín Morillas

MARTÍN MORILLAS, Antonio Miguel. La nada en el segundo Heidegger y el vacío en oriente hermenéutica constrastativa. Granada: Editorial de la Universidad de Granada, 2007.

CAPÍTULO 1 INTRODUÇÃO

CAPÍTULO 2 O VIRAR DE HEIDEGGER: DA ANÁLISE DO SER-AÍ AO PENSAR DO ACONTECIMENTO PROPICIANTE

  • 2.1. A analítica existencial de “Ser e tempo”
    • 2.1.1. A finitude ontológica e a nulidade do ser-aí
      • 2.1.1.1. A transcendência finita como ser-no-mundo
      • 2.1.1.2. A facticidade da existência e a queda do ser-aí na cotidianidade média
      • 2.1.1.3. O encontrar-se da angústia como ocasião para o reconhecimento da finitude ontológica do ser-aí
      • 2.1.1.4. O ser-para-a-morte, rubrica da finitude do ser-aí
    • 2.1.2. Exegese da consciência moral em “Ser e tempo”
      • 2.1.2.1. A crítica heideggeriana às concepções vulgar e ilustrada da consciência moral
      • 2.1.2.2. A chamada da consciência à aceitação do ser-devedor
      • 2.1.2.3. A resolução e a existência autêntica
  • 2.2. O virar do primeiro ao segundo Heidegger
    • 2.2.1. Do ser-no-mundo como transcendência finita ao essenciar-se do ser como acontecimento propiciante
    • 2.2.2. Da diferença ente-existente à diferença ente-ser
    • 2.2.3. Da abertura do ser-aí à clareira do ser como iluminação e vazio
    • 2.2.4. Da fala autêntica e inautêntica como existencial do ser-aí ao silêncio como fala do ser
    • 2.2.5. Da ética existencial da resolução à ética originária da serenidade

CAPÍTULO 3 O ENCONTRO DE HEIDEGGER COM O PENSAMENTO ORIENTAL

  • 3.1. Testemunhos do encontro
  • 3.2. O diálogo com o Oriente
    • 3.2.1. A questão do diálogo em Heidegger
    • 3.2.2. Noções gerais sobre o pensamento místico oriental
    • 3.2.3. O diálogo de Heidegger com os orientais
      • 3.2.3.1. O “diálogo” de US e a “conversa” com Tezuka
      • 3.2.3.2. As conexões japonesas contemporâneas do pensamento de Heidegger
  • 3.3. Lugares fundamentais do encontro com o Oriente: nada e dizer
    • 3.3.1. O nada, o vazio e a clareira
    • 3.3.2. O caminho e o dizer
  • 3.4. O encontro com o taoísmo
  • 3.5. O encontro com o budismo zen
    • 3.5.1. O nada em Heidegger
    • 3.5.2. A concepção budista do nada
    • 3.5.3. A relação entre o pensamento de Heidegger e o budismo mahayana
  • 3.6. A tese da convergência entre o pensamento do segundo Heidegger e a filosofia oriental

CAPÍTULO 4 APRESENTAÇÃO DAS FONTES DO TAOÍSMO E DO BUDISMO MAHAYANA

  • 4.1. Apresentação dos textos clássicos do taoísmo
    • 4.1.1. O “Livro das mutações” (I-jing)
    • 4.1.2. O Zhuang-zhi do mestre Zhuang
    • 4.1.3. O “Livro da virtude do Tao” (Dao-de-jing) de Lao-zi
  • 4.2. Apresentação das fontes fundamentais do budismo mahayana
    • 4.2.1. As “Escrituras da sabedoria perfeita” (Prajña-paramita-sutras)
    • 4.2.2. Os “Versos fundamentais do caminho do meio” (Mula-madhyamika-karika) de Nagarjuna
    • 4.2.3. Textos selecionados do budismo zen

CAPÍTULO 5 O ACONTECIMENTO PROPICIANTE EM HEIDEGGER E SUAS AFINIDADES COM O PENSAMENTO ORIENTAL

  • 5.1. O acontecimento propiciante em Heidegger
    • 5.1.1. O acontecimento propiciante e o essenciar-se do ser
    • 5.1.2. O nada do acontecimento propiciante
    • 5.1.3. O acontecimento propiciante como doação e proximidade
    • 5.1.4. A doação do acontecimento propiciante como destinação histórico-epocal
    • 5.1.5. A temporalidade do acontecimento propiciante de tempo e ser
    • 5.1.6. A apropriação e propiciação do acontecimento propiciante
    • 5.1.7. A repercussão da noção de acontecimento propiciante em outros temas do segundo Heidegger
      • 5.1.7.1. Acontecimento propiciante e diferença ontológica
      • 5.1.7.2. Acontecimento propiciante e clareira
      • 5.1.7.3. Acontecimento propiciante e linguagem
      • 5.1.7.4. Acontecimento propiciante e serenidade
  • 5.2. O Tao e o Dharma no Oriente
    • 5.2.1. O Tao no taoísmo chinês
      • 5.2.1.1. A noção de Tao nos textos do taoísmo clássico
      • 5.2.1.2. Os antecedentes do Tao no “I-jing”
      • 5.2.1.3. O Tao de Lao-zi e Zhuang-zhi
        • 5.2.1.3.1. O Tao no “Dao-de-jing”
        • 5.2.1.3.2. O Tao no “Zhuang-zhi”
    • 5.2.2. A noção de Dharma no budismo mahayana
      • 5.2.2.1. O Dharma das sutras “Prajña-paramita”
      • 5.2.2.2. Cooriginação interdependente e nirvana na escola madhyamika
      • 5.2.2.3. O Dharma do budismo zen
        • 5.2.2.3.1. A mente original em Bodhidharma
        • 5.2.2.3.2. Contribuições dos mestres zen chineses
        • 5.2.2.3.3. O tempo-ser em Dogen
  • 5.3. A convergência do acontecimento propiciante heideggeriano com o Tao e o Dharma orientais

CAPÍTULO 6 A QUESTÃO DA DIFERENÇA ONTOLÓGICA EM HEIDEGGER E SEU CONTRASTE COM A COMPREENSÃO ORIENTAL

  • 6.1. A diferença ontológica em Heidegger
    • 6.1.1. A diferença ontológica na fenomenologia existencial
    • 6.1.2. A diferença ontológica no virar
    • 6.1.3. A diferença ontológica no segundo Heidegger
  • 6.2. A compreensão oriental da diferença ontológica
    • 6.2.1. A diferença entre o Tao e as coisas no taoísmo
      • 6.2.1.1. No “Dao-de-jing”
      • 6.2.1.2. No “Zhuang-zhi” e no “I-jing”
    • 6.2.2. A diferença entre o Dharma e os dharmas no budismo mahayana
      • 6.2.2.1. Nas sutras “Prajña-paramita”
      • 6.2.2.2. Na “Mula-madhyamika-karika” de Nagarjuna
      • 6.2.2.3. Nos escritos do budismo zen
  • 6.3. A convergência da compreensão heideggeriana e oriental da diferença ontológica

CAPÍTULO 7 A CLAREIRA EM HEIDEGGER E O VAZIO NA FILOSOFIA ORIENTAL

  • 7.1. A Lichtung em Heidegger: da claridade como iluminação à clareira como vazio
    • 7.1.1. A desocultação como iluminação
    • 7.1.2. A desocultação como clareira
  • 7.2. O vazio no pensamento oriental
    • 7.2.1. O vazio no taoísmo chinês
    • 7.2.2. O vazio no budismo mahayana
      • 7.2.2.1. Nas sutras “Prajña-paramita”
      • 7.2.2.2. Na “Mula-madhyamika-karika” de Nagarjuna
      • 7.2.2.3. Nos escritos do budismo zen
  • 7.3. Convergências entre a clareira heideggeriana e o vazio oriental

CAPÍTULO 8 A PALAVRA E O SILÊNCIO EM HEIDEGGER E NO ORIENTE

  • 8.1. A linguagem e o silêncio no segundo Heidegger
    • 8.1.1. Da linguagem como transcendental do ser à fala do acontecimento propiciante
      • 8.1.1.1. A linguagem como “casa do ser”
      • 8.1.1.2. Linguagem e acontecimento propiciante
    • 8.1.2. A linguagem como poetização
      • 8.1.2.1. A poesia como linguagem originária
      • 8.1.2.2. A obra poética e a função do poeta
      • 8.1.2.3. Poesia e pensar essencial
    • 8.1.3. O silêncio, linguagem escondida do acontecimento propiciante
      • 8.1.3.1. Diálogo e silêncio
      • 8.1.3.2. O silêncio como essenciar-se da fala originária
  • 8.2. A linguagem e o silêncio no Oriente
    • 8.2.1. No taoísmo chinês
    • 8.2.2. No mahayana indo-chino-japonês
      • 8.2.2.1. Nas sutras “Prajña-paramita”
      • 8.2.2.2. Na Mula-madhyamika-karika
      • 8.2.2.3. Nos escritos do zen
  • 8.3. Convergências no tratamento heideggeriano e oriental da linguagem e do silêncio

CAPÍTULO 9 A ÉTICA ORIGINÁRIA DA SERENIDADE EM HEIDEGGER E A ÉTICA SOTERIOLÓGICA ORIENTAL

  • 9.1. A ética originária heideggeriana da serenidade
    • 9.1.1. Pensar calculador e pensar meditativo
    • 9.1.2. O caminho da meditação
      • 9.1.2.1. O caminho de campo, caminho de meditação e serenidade
      • 9.1.2.2. A serenidade como não-querer e como doação
      • 9.1.2.3. Serenidade para com as coisas e abertura ao mistério
    • 9.1.3. Serenidade para a contrada
      • 9.1.3.1. Contrada e morada
      • 9.1.3.2. Transcontrar e encosar
      • 9.1.3.3. Insistência na contrada
      • 9.1.3.4. Serenidade e onipresença do real
    • 9.1.4. Serenidade e recolhimento no acontecimento propiciante
      • 9.1.4.1. Apaziguamento e retenimento
      • 9.1.4.2. Contemplação e dor
    • 9.1.5. Serenidade e novo começo
  • 9.2. As éticas soteriológicas originárias taoísta e mahayana
    • 9.2.1. Ética taoísta do não-agir
      • 9.2.1.1. No DDJ
      • 9.2.1.2. No ZZ
    • 9.2.2. Ética mahayana do não-eu e da não-mente
      • 9.2.2.1. Nas sutras PP
      • 9.2.2.2. Na MMK
      • 9.2.2.3. Nos escritos zênicos
  • 9.3. Convergências entre a ética heideggeriana da serenidade e as éticas soteriológicas taoísta e mahayana

CAPÍTULO 10 CONCLUSÕES

CAPÍTULO 11 ADENDO: UMA HORA COM HEIDEGGER

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