estudos:abbagnano:1942:start
Introdução ao existencialismo
ABBAGNANO, Nicola. Introduzione all'esistenzialismo. Milano: Bompiani, 1942.
Prefácio
A filosofia como existência
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A natureza da filosofia e o destino do homem
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Passagem do sentido restrito da filosofia como doutrina ao sentido próprio da filosofia como existência
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A existência sobre o fundamento da indeterminação problemática
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O ato existencial como decisão autêntica
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A decisão autêntica como fundação da relação com o ser
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A transcendência do ser como fundamento da compreensão coexistencial
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A possibilidade transcendental como norma constitutiva do homem
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O mundo como determinação fundamental da estrutura do homem
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A temporalidade como essência da finitude do homem
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A liberdade como libertação do pecado
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A paixão como autolimitação do homem em sua própria finitude
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A morte como possibilidade delimitante. A fidelidade à morte
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Auto-projetar-se da filosofia como existência
A existência como substância
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As razões vitais do existencialismo
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A polêmica contra a consideração objetivista
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A polêmica contra a consideração subjetivista
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As três posições do existencialismo
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A terceira posição do existencialismo
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O problema do ser e a indeterminação do ser
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A existência como relação com a indeterminação originária
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A indeterminação originária como substância
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A substância como constituição normativa da existência
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A substância como condição da realidade
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A substância como condição do destino do homem
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A substância como fundamento da coexistência
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Tempo, eternidade, substância
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A substância como fundamento da historicidade
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A existência como interpretação da substância
A existência como problema
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O problema da existência como problema autêntico
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O homem, como fundamento do problema autêntico da existência, não é nem objetividade nem subjetividade
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Indeterminação da relação do homem consigo mesmo e com o mundo
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A relação existencial como transcendência individuante
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A transcendência como consolidar-se da finitude
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A autenticidade do problema e a constituição do eu
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A unidade do eu como fundamento existencial da racionalidade
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A inteligência da racionalidade como autenticidade do problema existencial
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A autenticidade do problema existencial como fundamento transcendental da racionalidade do mundo
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A “corporeidade” do eu e do mundo em seu fundamento existencial
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A relação problemática da existência consigo mesma como fundamento da coexistência
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Nascimento e morte em sua raiz coexistencial. Significado último da autenticidade do problema
A existência como liberdade
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O problema da liberdade como problema existencial
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A antinomia da liberdade
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A razão objetiva não é fundamento possível da liberdade
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A razão subjetiva não é fundamento possível da liberdade
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A existência como horizonte do problema da liberdade
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A existência e a transcendência do ser
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A compreensão existencial da liberdade sobre o fundamento do nada
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A compreensão existencial da liberdade sobre o fundamento da transcendência
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A compreensão existencial da liberdade sobre o fundamento da problematicidade
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A liberdade como opção existencial
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A opção da liberdade como vir a ser do eu
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A opção da liberdade como vir a ser do mundo
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A opção da liberdade como vir a ser da coexistência
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Conclusão
A existência como história
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A historicidade como tensão entre o tempo e o eterno
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O anti-historicismo como negação do tempo
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O historicismo como redução do tempo à eternidade
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O tempo como condição fundamental da pesquisa histórica
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As fontes históricas como possibilidade de revocação
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Passado e futuro na pesquisa histórica
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A história como unidade do passado e do futuro
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O presente da história como unidade do ente finito
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O destino como fidelidade ao tempo
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A antinomia de pensamento e ação na história e a solução existencial
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A transcendência da ordem histórica
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A historicidade como dever ser da personalidade autêntica
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A transcendência coexistencial como fundamento último da historicidade
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A pesquisa histórica como historicizar-se da historicidade
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Constituição existencial da universalidade da história
Existência e natureza
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O mundo como totalidade fundada por um ato de auto-inclusão
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A situação do homem no mundo como necessidade
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A constituição do mundo como totalidade de partes copresentes
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As duas formas da não aceitação do mundo: a fuga do mundo e o abandono ao mundo
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A não aceitação do mundo como renúncia à existência autêntica
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A aceitação do mundo como fundação autêntica da sensibilidade
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A aceitação do mundo como pesquisa
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A pesquisa como fundação da objetividade da natureza
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A realidade da natureza como plano da utilização das coisas
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Limites da pesquisa naturalista: a técnica não concerne ao homem
Existência e arte
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O retorno à natureza como fundamento da inteligência da arte
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Constituição da naturalidade primitiva como termo provisório para o reconhecimento da naturalidade originária
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A sensibilidade como naturalidade primitiva
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A sensibilidade originária como realização da sensibilidade em relação a si mesma
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A arte como sensibilidade originária
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A arte como opção autêntica
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A arte como realização e técnica
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O gosto estético sobre o fundamento da compreensão coexistencial
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Historicidade da arte
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A arte como realização autêntica do homem
Passos: Introdução à filosofia
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