estudos:stambaugh:atividade-do-si-1999
ATIVIDADE DO SI (1999)
STAMBAUGH, Joan. The formless self. Albany (N.Y.): State university of New York press, 1999.
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A análise do início de Genjō-kōan requer uma pausa para considerar os três termos correlatos “esforço total” (gujin), “atividade incessante” ou “prática ininterrupta” (gyōji) e “dinamismo total” (zenki), cuja diferenciação sutil é tematizada por Kim ao distinguir gujin e zenki como dois aspectos de uma mesma realidade da subjetividade no realismo metafísico de Dōgen.
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gujin como esforço total.
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gyōji como atividade incessante ou prática ininterrupta.
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zenki como dinamismo total.
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Kim distingue gujin e zenki como dois aspectos da mesma subjetividade.
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Ambos referem-se à liberdade e libertação como autoexpressão da natureza de Buda.
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A expressão “dois aspectos de uma mesma realidade da subjetividade” implica que, seja a ênfase colocada no si mesmo ou no mundo, o lugar em que a natureza de Buda se expressa permanece localizado no si mesmo inseparável do mundo, evitando assim qualquer recaída no dualismo sujeito-objeto que não corresponde à intenção de Kim.
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Unidade entre si mesmo e mundo.
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Localização da expressão da natureza de Buda no si mesmo inseparável.
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Superação do dualismo sujeito-objeto.
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Se se aceita provisoriamente que o esforço se refere primariamente ao si mesmo e o dinamismo ao mundo, o termo “atividade incessante” (gyōji) aparece como o mais abrangente, pois é descrito por Kim como a dinâmica universal inerente a toda realidade, sendo ainda significativo que o fascículo dedicado a gyōji no Shōbōgenzō seja mais extenso e substancial que o de zenki, enquanto inexiste fascículo específico sobre gujin.
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gyōji como dinâmica universal da realidade.
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Maior extensão do fascículo sobre gyōji no Shōbōgenzō.
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Brevidade do fascículo sobre zenki.
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Ausência de fascículo próprio sobre gujin.
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