Natureza
MERLEAU-PONTY, Maurice. La nature: notes, cours du Collège de France (1956-1960). Texte établi et annoté par Dominique Séglard. Paris: Éditions du Seuil, 1995. (Traces du Pensable).
Prólogo
O conceito de natureza, 1956-1957
Introdução
PRIMEIRA PARTE — ESTUDO DAS VARIAÇÕES DO CONCEITO DE NATUREZA
Capítulo 1. O elemento finalista do conceito de natureza em Aristóteles e nos estoicos
Capítulo 2. A natureza como ideia de um ser todo exterior, feito de partes exteriores, exterior ao homem e a si mesmo, como puro objeto
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A. Origem dessa concepção
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B. Primeira ideia da natureza em Descartes
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C. A segunda inspiração cartesiana
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Conclusão
Capítulo 3. A concepção humanista da natureza
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A. As ideias de Kant
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1. O duplo sentido da revolução copernicana
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A) o sentido antropológico
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B) o sujeito como absoluto
2. A Crítica do JuízoB. As ideias de Brunschvicg-
1. A noção de espaço
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2. A noção de tempo
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3. O conceito de causalidade
Capítulo 4. A concepção romântica da natureza
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A. As ideias de Schelling
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1. A noção de Princípio do Mundo
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2. A natureza
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3. O objeto da filosofia de Schelling: o subjetivo-objetivo
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4. O método da filosofia: a intuição da intuição
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5. A arte e a filosofia
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6. O círculo schellinguiano
B. As ideias de Bergson-
2. A Natureza como asseidade da coisa
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3. A Natureza como Vida
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4. Infraestrutura ontológica do conceito de Natureza em Bergson: as ideias de ser e de nada
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A ideia de desordem
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A ideia de nada
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A ideia de ser
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A ideia de possível
C. As ideias de Husserl-
1. O papel do corpo na posição das coisas
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como órgão do Ich Kann, do eu posso
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o corpo como “excitável”, “capacidade de sentir”, “sujeito-objeto”
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O corpo como coisa-padrão, “zero da orientação”
2. O papel do Outrem3. Os objetos originários: a experiência da TerraSEGUNDA PARTE — A CIÊNCIA MODERNA E A IDEIA DE NATUREZA
Introdução. Ciência e filosofia
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A. Problemas colocados pela história filosófica da ideia de natureza
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B. Ciência e filosofia
Capítulo 1. Física clássica e física moderna
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A. A concepção de Laplace
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B. A mecânica quântica
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C. Significação filosófica da mecânica quântica
Capítulo 2. As noções de espaço e de tempo
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A. A noção de espaço
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B. O tempo
Capítulo 3. A ideia de natureza em Whitehead
O conceito de natureza, 1957-1958 — A animalidade, o corpo humano, passagem à cultura
Introdução geral.
Nota sobre as concepções cartesianas da natureza e suas relações com a ontologia judaico-cristã
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A. Ontologia do objeto
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B. Ontologia do existente
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C. Relações entre esses dois modos de pensamento
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D. Como a oscilação do pensamento cartesiano está ligada aos postulados do pensamento judaico-cristão
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1. O conceito de naturalismo
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2. O humanismo
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3. O teísmo
A ANIMALIDADE
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A. As tendências da biologia moderna
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1. A noção de comportamento
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A) a percepção do círculo
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B) a percepção do movimento
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C) o devir de um quadro
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D) a percepção da causalidade de um vivente
2. As noções de informação e de comunicaçãoOS MODELOS DO VIVENTE
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1) A tartaruga artificial de Grey Walter
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2) O homeostato de Ashby
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3) A máquina de leitores, de Pitts e MacCulloch
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o problema da linguagem
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B. O estudo do comportamento animal
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1. As descrições de J. von Uexküll
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A) o umwelt dos animais inferiores: Os animais-máquinas
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B) os animais inferiores organizadores
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C) o umwelt dos animais superiores
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D) a interpretação filosófica da noção de umwelt por Uexküll
2. O “caráter orientado das atividades orgânicas”, segundo E.S. Russell3. O comportamento do organismo como fisiologia em circuito exterior-
A) os fenômenos de mimetismo (Hardouin): vivente e magia
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B) o estudo da aparência animal (die Tiergestalt), de Portmann
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C) o estudo do instinto em Lorenz: A passagem do instinto ao simbolismo
O conceito de natureza, 1959-1960 — Natureza e logos: o corpo humano
Introdução. Retomada de estudos sobre a natureza. Lugar desses estudos na filosofia. Lugar do corpo humano nesses estudos
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1. Lugar desses estudos na filosofia: filosofia e conhecimento da Natureza
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2. Lugar do corpo humano em nosso estudo da Natureza
[primeiro esboço]
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1) O corpo não é apenas coisa, mas relação a um Umwelt.
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2) Antes de tentar, observemos que o corpo…
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3) Corpo e simbolismo
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4) Problemática da filosofia
[segundo esboço]
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1) Corpo animal. 2) O corpo libidinal e a intercorporeidade. 3) Corpo e simbolismo. 4) Ao término desse programa…
[terceiro esboço] Corpo humano
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1) O corpo como animal de percepções,
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2) O corpo libidinal e a intercorporeidade,
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3) Corpo e simbolismo,
[quarto esboço] Dois estudos preliminares
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1) O que é a gênese de um vivente?
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2) O que é a gênese de um tipo animal ou do humano típico de onde nascerão em seguida os indivíduos?
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A) ontogênese. A análise de Driesch
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1) Os fatos. - 2) Realização e autocrítica do possível. - 3) Ensaio de “filosofia” da enteléquia. - 4) Conclusão. - 5) O desenvolvimento das pesquisas desde Driesch marca os mesmos pontos sensíveis.
B) filogênese-
1) As pretensões democriteanas. - 2) Mas ao mesmo tempo…
[quinto esboço]
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1. Renascimento e metamorfose do darwinismo
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A) a evolução como fenômeno-envelope
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B) micro-evolução, macro-evolução
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C) linhas de evolução lentas e rápidas
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D) inércia, orientação e força viva
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E) “ritmos e modalidades” da evolução
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1) Ortogênese. - 2) Hipertélias.
2. Idealismo-
A) o urbild dos vertebrados
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B)
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1) A mutação. - 2) O ciclo: explosão ou virulência. - 3) Correlação, limiares, convergências. - 4) Zeitsignaturen, Zeitbaustile.
[SEXTO ESBOÇO]
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1. Descrição da morfologia
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2. Filosofia: posição kantiana de Dacqué
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3. A evolução estatística
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A) contra o problema da filiação
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B) contra o pensamento causal eternitário (?)
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C) pelos macrofenômenos
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D) aplicação à vida e à evolução
4. Discussão e conclusão[sétimo esboço] O homem e a evolução. O corpo humano
[oitavo esboço] O corpo humano
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a estesiologia
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o corpo libidinal
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Libido
ANEXOS
Resumo do curso de 1956-1957
(cursos de segunda e quinta) O conceito de natureza
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A. Elementos de nosso conceito de natureza
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B. A ciência contemporânea e os indícios de uma nova concepção da natureza
Resumo do curso de 1957-1958
(cursos de quarta e quinta) O conceito de natureza: a animalidade, o corpo humano, passagem à cultura
Resumo do curso de 1959-1960
(curso de quinta) Natureza e logos: o corpo humano
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