GA49 Estrutura
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INHALT
EINLEITUNG DIE NOTWENDIGKEIT EINES GESCHICHTLICHEN DENKENS
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§ 1. Schellings Abhandlung als Gipfel der Metaphysik des deutschen Idealismus
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§ 2. Das geschichtliche Denken, das historische Erklären, die systematische Betrachtung
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§ 3. Erläuterungen zum Titel der Abhandlung
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§ 4. Die Gliederung der Abhandlung
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§ 5. Kurze Zwischenüberlegung über ein weiteres Bedenken (das Historische – das Aktuelle – das Gewesene)
ERSTER TEIL VORBETRACHTUNG ÜBER DIE UNTERSCHEIDUNG VON GRUND UND EXISTENZ
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§ 6. Das Kernstück der Abhandlung mit der Unterscheidung zwischen dem Wesen, sofern es existiert, und dem Wesen, sofern es bloß Grund von Existenz ist (357-364)
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§ 7. Gliederung der Vorbetrachtung
Erstes Kapitel Die begriffsgeschichtliche Erläuterung von Grund und Existenz
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§ 8. Essentia und existentia
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§ 9. »Existenz« und »Existenzphilosophie« (K. Jaspers)
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§ 10. Der Existenzbegriff Kierkegaards
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§ 11. Kierkegaard, »Existenzphilosophie« und »Sein und Zeit« (1927)
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a) Welcher Anlaß besteht für die Einordnung von »Sein und Zeit« in die »Existenzphilosophie«?
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α) Analytik der Existenz
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β) Existenz – im Sinne der Kierkegaardschen Einschränkung verstanden
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γ) Philosophie der Angst, des Nichts, des Todes, der Sorge
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δ) Philosophische Anthropologie
b) Zurückweisung der Einordnung von »Sein und Zeit« in die Existenzphilosophie durch Erläuterung der Begriffe »Existenz« und »Da-sein« (Erläuterungen zu »Sein und Zeit«)-
α) Existenz und Dasein in der Bedeutung von »Wirklichkeit überhaupt« (das Verständnis im überlieferten Sprachgebrauch)
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β) Dasein als leiblich-seelisch-rationales Wirklichsein des Menschen und Existenz als Subjektivität des Selbstseins (Jaspers)
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γ) »Existenzzieller« und »existenzialer« Existenzbegriff
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δ) »Seinsverständnis« als maßgebende Bestimmung von Dasein und Existenz in »Sein und Zeit«
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ε) Dasein, Zeitlichkeit und Zeit
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ζ) Zeitlichkeit, Da-sein, Existenz
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η) Die Angst, der Tod, die Schuld, das Nichts im Fragebereich von »Sein und Zeit«
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θ) Das »Wesen« des Da-seins
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ι) Seinsverständnis und Sein
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κ) Das Sein und der Mensch – der Anthropomorphismus
§ 12. Vordeutung auf Schellings Existenzbegriff§ 13. Die das Wesen des Grundes bestimmenden anfänglichen Antriebe und deren geschichtlicher WandelZweites Kapitel Die Wurzel der Schellingschen Unterscheidung von Grund und Existenz
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§ 14. Erläuterung der Wesensbestimmung des Seins als Wollen
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a) Die Wesensprädikate des Seins
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α) Grund-losigkeit
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β) Ewigkeit
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γ) Unabhängigkeit von der Zeit
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δ) Selbstbejahung
b) Rechtfertigung der Seinsprädikatec) Inwiefern das Wollen den Seinsprädikaten genügtd) Das Sein in seiner höchsten und letzten Instanz§ 15. Das Sein als Wollen als die Wurzel der Unterscheidung von Grund und ExistenzViertes Kapitel Die verschiedenen Fassungen der Schellingschen Unterscheidung von Grund und Existenz
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§ 16. Die eigentliche Absicht der Interpretation der Freiheitsabhandlung: das Erreichen der Grundstellung der Metaphysik des deutschen Idealismus. Das Böse und das System
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§ 17. Übergang von der Vorbetrachtung zur Auslegung des Kernstückes der Abhandlung und dieser selbst
ZWEITER TEIL ZUR AUSLEGUNG DES KERNSTÜCKES, »DER ERLÄUTERUNG DER UNTERSCHEIDUNG« VON GRUND UND EXISTENZ
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§ 18. Die »Erläuterung der Unterscheidung« als Darstellung des Seienden im Ganzen (Gott, Welt, Mensch)
Erstes Kapitel Die von Gott ausgehende Betrachtung
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§ 19. Die unmittelbare Erläuterung: Darstellung des Seins des Seienden »in« Gott. Philosophie als unbedingtes Wissen des Absoluten in Unterscheidung von Theologie und Mathematik. Die verschiedenen Bedeutungen des Wortes »Natur«
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a) Philosophie und Theologie
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b) Philosophie und Mathematik
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d) Die verschiedenen Bedeutungen des Wortes »Natur« innerhalb der »Erläuterung«
§ 20. Die analogische Erläuterung: Darstellung der Entsprechung der Stationen des Seins des Absoluten§ 21. Das Zirkelhafte der Unterscheidung von Grund und Existenz§ 22. Die Zusammenfassung des über die Unterscheidung in Gott Gesagten§ 23. Exkurs: Der unbedingte Vorrang der Gewißheit (d. h. zugleich: Seiendheit) des AbsolutenZweites Kapitel Die von den Dingen ausgehende Betrachtung
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§ 24. Der Grund in Gott als »ursprüngliche Sehnsucht«
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§ 25. Schöpfung als Ein-bildung; das Geschöpf als »Bild«
Drittes Kapitel Die vom Menschen ausgehende Betrachtung
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§ 26. Die Notwendigkeit der Schöpfung und das Wesen des Menschen als des eigentlichen Geschöpfe, in dem Gott selbst sich offenbart
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§ 27. Der Wille des Menschen als »göttlicher Lebensblick« und »Keim Gottes«
ABSCHLUSS DURCHBLICK
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§ 28. Die »Unterscheidung« und das Wesen der Freiheit und der menschlichen Freiheit im besonderen
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§ 29. Die »Unterscheidung« in ihrem vollen Wesen
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§ 30. Die »Unterscheidung« und das Wesen des Menschen
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§ 31. Das Wesen des Bösen
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§ 32. Das Böse und das System
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§ 33. Das System und die Wahrheit (Gewißheit) des Seienden im Ganzen
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§ 34. Was Auseinandersetzung bezüglich der Metaphysik heißt
WIEDERHOLUNGEN UND GANG DER AUSLEGUNG
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Wiederholung zum 14.1.
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Wiederholung zum 21. I.
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Wiederholung zum 28. I.
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Wiederholung zum 4. II.
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Wiederholung zum 11. II.
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Wiederholung zum 18. II.
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Wiederholung zum 25. II.
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Wiederholung zum 4. III.
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Wiederholung zum 11. III.
tradução
CONTEÚDO
INTRODUÇÃO A NECESSIDADE DE UM PENSAR HISTÓRICO
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§ 1. O tratado de Schelling como ápice da metafísica do idealismo alemão
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§ 2. O pensar histórico, a explicação histórica, a consideração sistemática
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§ 3. Explicações sobre o título do tratado
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§ 4. A estrutura do tratado
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§ 5. Breve reflexão intermediária sobre uma objeção adicional (o histórico – o atual – o que foi)
PRIMEIRA PARTE CONSIDERAÇÃO PRELIMINAR SOBRE A DISTINÇÃO ENTRE FUNDAMENTO E EXISTÊNCIA
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§ 6. A peça central do tratado com a distinção entre a essência, enquanto existe, e a essência, enquanto é meramente fundamento da existência (357-364)
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§ 7. Estrutura da consideração preliminar
Primeiro capítulo A elucidação histórico-conceitual de fundamento e existência
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§ 8. Essentia e existentia
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§ 9. »Existência« e »filosofia da existência« (K. Jaspers)
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§ 10. O conceito de existência de Kierkegaard
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§ 11. Kierkegaard, »filosofia da existência« e »Ser e Tempo« (1927)
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a) Que ocasião existe para a classificação de »Ser e Tempo« na »filosofia da existência«?
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α) Analítica da existência
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β) Existência – compreendida no sentido da restrição kierkegaardiana
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γ) Filosofia da angústia, do nada, da morte, do cuidado
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δ) Antropologia filosófica
b) Recusa da classificação de »Ser e Tempo« na filosofia da existência mediante elucidação dos conceitos »existência« e »Da-sein« (elucidações sobre »Ser e Tempo«)-
α) Existência e Dasein no significado de »realidade em geral« (a compreensão no uso linguístico tradicional)
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β) Dasein como ser-real corpóreo-anímico-racional do homem e existência como subjetividade do ser-si-mesmo (Jaspers)
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γ) Conceito de existência »existencial« e »existencial«
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δ) »Compreensão do ser« como determinação decisiva de Dasein e existência em »Ser e Tempo«
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ε) Dasein, temporalidade e tempo
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ζ) Temporalidade, Da-sein, existência
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η) A angústia, a morte, a culpa, o nada no âmbito de questionamento de »Ser e Tempo«
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θ) A »essência« do Da-sein
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ι) Compreensão do ser e ser
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κ) O ser e o homem – o antropomorfismo
§ 12. Anunciação preliminar do conceito de existência de Schelling§ 13. Os impulsos iniciais que determinam a essência do fundamento e sua transformação históricaSegundo capítulo A raiz da distinção schellinguiana entre fundamento e existência
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§ 14. Elucidação da determinação da essência do ser como querer
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a) Os predicados essenciais do ser
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α) Ausência de fundamento
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β) Eternidade
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γ) Independência do tempo
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δ) Auto-afirmação
b) Justificação dos predicados do serc) Em que medida o querer satisfaz os predicados do serd) O ser em sua instância suprema e última§ 15. O ser como querer como a raiz da distinção entre fundamento e existênciaQuarto capítulo As diferentes versões da distinção schellinguiana entre fundamento e existência
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§ 16. A intenção própria da interpretação do tratado sobre a liberdade: o alcance da posição fundamental da metafísica do idealismo alemão. O mal e o sistema
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§ 17. Transição da consideração preliminar para a interpretação da peça central do tratado e deste mesmo
SEGUNDA PARTE PARA A INTERPRETAÇÃO DA PEÇA CENTRAL, »A ELUCIDAÇÃO DA DISTINÇÃO« ENTRE FUNDAMENTO E EXISTÊNCIA
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§ 18. A »elucidação da distinção« como apresentação do ente no todo (Deus, mundo, homem)
Primeiro capítulo A consideração que parte de Deus
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§ 19. A elucidação imediata: apresentação do ser do ente »em« Deus. Filosofia como saber incondicionado do Absoluto em distinção da teologia e da matemática. Os diferentes significados da palavra »natureza«
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a) Filosofia e teologia
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b) Filosofia e matemática
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d) Os diferentes significados da palavra »natureza« dentro da »elucidação«
§ 20. A elucidação analógica: apresentação da correspondência das estações do ser do Absoluto§ 21. O caráter circular da distinção entre fundamento e existência§ 22. O resumo do que foi dito sobre a distinção em Deus§ 23. Excursus: A primazia incondicionada da certeza (isto é, ao mesmo tempo: entidade) do AbsolutoSegundo capítulo A consideração que parte das coisas
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§ 24. O fundamento em Deus como »saudade originária«
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§ 25. Criação como in-síntese (Ein-bildung); a criatura como »imagem«
Terceiro capítulo A consideração que parte do homem
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§ 26. A necessidade da criação e a essência do homem como a criatura propriamente dita, na qual Deus mesmo se revela
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§ 27. A vontade do homem como »olhar divino da vida« e »germe de Deus«
CONCLUSÃO VISÃO GERAL
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§ 28. A »distinção« e a essência da liberdade e da liberdade humana em particular
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§ 29. A »distinção« em sua plena essência
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§ 30. A »distinção« e a essência do homem
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§ 31. A essência do mal
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§ 32. O mal e o sistema
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§ 33. O sistema e a verdade (certeza) do ente no todo
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§ 34. O que significa confronto com relação à metafísica
REPETIÇÕES E PERCURSO DA INTERPRETAÇÃO
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Repetição referente a 14.1.
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Repetição referente a 21. I.
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Repetição referente a 28. I.
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Repetição referente a 4. II.
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Repetição referente a 11. II.
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Repetição referente a 18. II.
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Repetição referente a 25. II.
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Repetição referente a 4. III.
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Repetição referente a 11. III.
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