ESTRUTURA DA OBRA

HEIDEGGER, Martin. O acontecimento apropriativo. Tr. Marco Antonio Casanova. Rio de Janeiro: Forense Universitária, 2013.

PREFÁCIOS

I. O PRIMEIRO INÍCIO

A. O primeiro início. AAHΘEIA

B. Dóxa (Δόξα)

C. Anaximandro

D. O pensamento ocidental. A reflexão. O seer-ai

E. A caminho do primeiro início. A preparação do pensamento da história do seer. Sobre a ponte para a permanência

F. O primeiro início

G. O primeiro início

H. O progresso do primeiro início no começo da metafísica

II. A RESSONÂNCIA

A. A ressonância. Visada

B. Os sinais da transição. O passar ao largo. O espaço intermediário da história do seer

C. A modernidade e o Ocidente

D. A metafísica. O intervalo entre o primeiro e o outro início. A transição (seus sinais)

E. A vontade de vontade

III. A DIFERENÇA

IV. A TRANSVERSÃO

V. O ACONTECIMENTO APROPRIATIVO. O VOCABULÁRIO DE SUA ESSÊNCIA

VI. O ACONTECIMENTO APROPRIATIVO

VII. O ACONTECIMENTO APROPRIATIVO E O SER DO HOMEM

VIII. O SEER-AI

A. O homem da história do seer e o seer-ai (insistência)

B. O seer-ai. O espaço-tempo. Ser-ai e “reflexão”. Insistência e a tonalidade afetiva

C. Tonalidade afetiva e ser-ai. A dor da questionabilidade do seer

IX. O OUTRO INÍCIO

X. ACENTOS PARA O ACONTECIMENTO APROPRIATIVO

A. A exportação resolutora da diferença (da diferenciação). A experiência como a dor “da” despedida

B. O pensamento da história do seer. A exportação resolutora da diferença (da diferenciação). O cuidado do a-bismo. Os caminhos da floresta. O pensar e a palavra

C. Para a primeira elucidação das palavras fundamentais. A “ver-dade” (para: o dizer do primeiro início). A “essência” e a “essenciação”. A história e o adensamento histórico

XI. O PENSAR DA HISTÓRIA DO SEER (PENSAR E POETAR)

A. A experiência do questionável. O salto. O confronto. O esclarecimento do fazer. O saber do pensar

B. O início e a atenção

C. A saga do início

D. Pensar e conhecer. Pensar e poetar

E. Poetar e pensar

G. “Observações” e “exegese”

Posfácio do editor