HEIDEGGER, Martin. O acontecimento apropriativo. Tr. Marco Antonio Casanova. Rio de Janeiro: Forense Universitária, 2013.
PREFÁCIOS
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Esta “representação” não descreve nem relata
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O destino do seer passa para os pensadores
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A conjunção do seer no acontecimento apropriativo para o início
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Não apenas através do universo
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Sobre as “Contribuições à Filosofia (Do Acontecimento Apropriativo)”
I. O PRIMEIRO INÍCIO
A. O primeiro início. AAHΘEIA
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1. O primeiro início
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2. Alétheia - idéa (ἀλήθεια - ἰδέα)
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3. O descaminho
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4. Alétheia (
Platão) (ἀλήθεια)
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5. hén a partir de ousía (ἕν - οὐσία)
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6. Verdade e Ser entre os gregos (O dito e o não dito)
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7. a-létheia (ἀ-λήθεια)
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8. Alétheia e “espaço e tempo” (ἀλήθεια)
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9. Alétheia e o primeiro início (phýsis) (ἀλήθεια - φύσις)
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10. a-létheia (ἀ-λήθεια)
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11. No primeiro início
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12. A verdade e o verdadeiro
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13. Desocultamento
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14. phýsis - alétheia - seer (φύσις - ἀλήθεια)
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15. A-létheia e o Aberto (ἀ-λήθεια)
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16. Verdade e seer
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17. ALÉTHEIA (ΑΛΗΘΕΙΑ)
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18. “Verdade” e seer
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19. Sobre a questão da verdade
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20. O instante da fixação
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21. alétheia - idéa (ἀλήθεια - ἰδέα)
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22. Verdade e Sein
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23. agathón (ἀγαθόν)
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24. Em que medida a alétheia (ἀλήθεια)
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25. Dizer simplesmente
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26. Em que medida a alétheia (ἀλήθεια)
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27. tautón (ταὐτόν)
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28. tautón (ταὐτόν)
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29. Como o noús - lógos - psyché (νοῦς - λόγος - ψυχή)
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30. Como agora, primeiramente, para a insistência
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31. Não se pode
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32. O fundamento da mudança da essência da verdade
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33. phýsis - alétheia (φύσις - ἀλήθεια)
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34. phýsis - o despontar que retorna a si (φύσις)
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35. A-létheia → homoíosis (ἀ-λήθεια → ὁμοίωσις)
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36. O seer e o homem
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37. O essente do seer
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38. O primeiro início
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39. A experiência do desatrelamento no primeiro início
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40. tó hén - tó tautón - alétheia (τὸ ἕν - τὸ ταὐτόν - ἀλήθεια)
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41. A experiência do primeiro início
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42. O primeiro início
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43. Para a interpretação
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44. O seer é
B. Dóxa (Δόξα)
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45. Da alétheia – phýsis para a idéa passando pela dóxa (ἀλήθεια – φύσις – ἰδέα – δόξα)
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46. dóxa – Brilho, candeeiros, raios (δόξα)
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47. tà dokoûnta (τὰ δοκοῦντα)
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48. A proveniência da dóxa (δόξα)
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49. alétheia - dóxa (ἀλήθεια - δόξα)
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51. dóxa (δόξα)
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52. dóxa e tà dokoûnta (δόξα – τὰ δοκοῦντα)
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53. gígnesthai - apóllysthai (γίγνεσθαι - ἀπόλλυσθαι)
C. Anaximandro
D. O pensamento ocidental. A reflexão. O seer-ai
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60. O pensar pensante e o “conceito”
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61. Por que é que, no “pensamento” (como “filosofia”) nada “vem à tona”
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62. O início do pensamento ocidental
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63. Pensar sobre o pensamento
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64. O início do pensamento
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65. Filosofia - pensamento - ser
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66. Tradição a partir da essência da história
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67. História e historiologia
E. A caminho do primeiro início. A preparação do pensamento da história do seer. Sobre a ponte para a permanência
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68. Palavras diretrizes para o ser
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69. No âmbito da tonalidade afetiva
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70. A transição
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71. A supressão da precipitação da λήθη a partir da cadeia montanhosa do mundo e o início do envio destinamental do ser
F. O primeiro início
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72. O tempo vem
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73. Verdade e conhecimento
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74. Para a apresentação do primeiro início
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75. A essência do ser marcada pelo primeiro início
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76. A lembrança do primeiro início
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77. phýsis e o primeiro início (φύσις)
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78. O ainda não iniciado no primeiro início
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79. O primeiro início e seu acontecimento inicial
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80. O primeiro início como Alétheia (Ἀλήθεια)
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81. No primeiro início
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82. Os pensadores do primeiro início
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83. O primeiro início
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84. A interpretação do primeiro início
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85. Para a interpretação do primeiro início. “Mito” e “filosofia”
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86. A lembrança interpretativa
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87. Procedimento
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88. A objeção natural
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G. O primeiro início
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92. O primeiro início. A ἀλήθεια
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93. Mostrar o primeiro (início)
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94. A falta de linguagem velada característica do primeiro início
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95. O primeiro início
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96. O primeiro início
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97. Nem todos os pensadores no começo
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98. O primeiro início
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99. O primeiro início
H. O progresso do primeiro início no começo da metafísica
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100. Alétheia → orthótes (Ἀλήθεια → ὀρθότης)
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101. O progresso a partir do primeiro início
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102. A presentação, a dotação de constância, o dis-tante
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103. phýsis – idéa (φύσις – ἰδέα)
II. A RESSONÂNCIA
A. A ressonância. Visada
B. Os sinais da transição. O passar ao largo. O espaço intermediário da história do seer
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111. Sinais do ser na era da consumação da metafísica
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112. A errância do cometa como o espaço entre do passar ao largo
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113. A essência da verdade no passar ao largo
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114. O inalterável
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115. O findar da metafísica e a transição
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116. O passar ao largo
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117. O passar ao largo
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118. O passar ao largo
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119. O passar ao largo
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120. Ressonância
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121. A superação da metafísica
C. A modernidade e o Ocidente
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122. O findar da metafísica e a transição para o outro início
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123. A falta-de-Deus experienciada em termos da história do seer
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124. A consumação da modernidade
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125. O passar ao largo
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126. O tempo do pensar da história do seer
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127. A vontade de vontade
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128. O descaminho da maquinação
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129. A essência da “modernidade”
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130. Modernidade e Ocidente
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131. “Ocidente” e “Europa”
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132. O Ocidente e Europa
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133. Abandono-do-ser e Ocidente
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134. “Ocidente”
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135. O Ocidente
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136. História mundial e Ocidente
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137. Certeza, segurança, disposição, cálculo e ordem
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138. Devastação
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139. Acontecimento inicial do início e seer
D. A metafísica. O intervalo entre o primeiro e o outro início. A transição (seus sinais)
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140. A metafísica
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141. “Metafísica”
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142. Início e progresso
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143. A metafísica e o seer
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144. Como e em que sentido
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145. Metafísica
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146. O findar da metafísica na vontade de vontade
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147. “Essência” e “Ser”
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148. O fim da metafísica e “imagem de mundo”
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149. A consumação da metafísica
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150. A insistência no início
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151. “Ser”
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152. “Ordem” e esquecimento do ser
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153. O fim da metafísica e a reflexão
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154. Os últimos resquícios da “filosofia” que finda na era da consumação da metafísica
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155. Esquecimento do ser
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156. Ser como maquinação
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157. O ser como o não sensível
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159. Verdade como certeza
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161. Metafísica
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162. O findar da metafísica
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163. A saga
E. A vontade de vontade
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164. “O ser” na metafísica
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165. A vontade de vontade
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166. A vontade de vontade
III. A DIFERENÇA
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167. O seer
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168. Introdução
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169. A diferença
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170. A diferença e o nada
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171. A diferença e o acontecimento apropriativo
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172. A diferença
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173. A diferença
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174. A diferença e a “compreensão de ser”
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175. A diferenciação
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176. A diferenciação e a diferença
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177. Nihilização e dizer-não
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178. O nada
IV. A TRANSVERSÃO
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179. Projeto
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180. A história do seer
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181. A história do seer
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182. A junta do seer
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183. A junta do seer
V. O ACONTECIMENTO APROPRIATIVO. O VOCABULÁRIO DE SUA ESSÊNCIA
VI. O ACONTECIMENTO APROPRIATIVO
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186. O acontecimento apropriativo
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187. O acontecimento apropriativo
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188. Acontecimento apropriativo e comoção
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189. Início e acontecimento apropriativo
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190. Acontecimento apropriativo e propriedade
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191. Acontecimento apropriativo e destino
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192. O acontecimento apropriativo é in-sight
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193. O acontecimento apropriativo - a experiência
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194. Acontecimento do próprio - Apropriar-se em meio ao acontecimento
VII. O ACONTECIMENTO APROPRIATIVO E O SER DO HOMEM
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195. O acontecimento apropriativo e o homem
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196. O acontecimento apropriativo - O homem
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197. O acontecimento apropriativo
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198. O acontecimento apropriativo e o homem da história do seer, isto é, o homem histórico
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199. O acontecimento apropriativo e o homem
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200. O acontecimento apropriativo e o homem
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201. O acontecimento apropriativo e o homem
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202. O ser e a morte
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203. O inexperienciado do início
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204. O início e o homem
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205. O seer e o homem
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206. O início e o homem
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207. Homem e ser
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208. Ser e homem
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209. Seer e essência humana
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210. O seer e o homem - A simples experiência
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211. Ser e homem
VIII. O SEER-AI
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212. O ser-ai. Projeto
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213. O seer-ai
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214. O ser-ai
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215. O ser-ai
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216. Ser-ai
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217. Todo seer é seer-ai
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218. “Ser-ai” (em termos histórico-vernaculares)
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219. Aí e ser-ai
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220. A clareira e seu vazio aparente
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221. O simples e o ermo
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222. No ser-ai
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223. Ser-ai
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224. O seer - como o seer-ai
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225. O avatar temporal do ateísmo (experimentado) em termos da história do seer
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226. O ser-ai re-luz
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227. Ser-ai e “abertura”
A. O homem da história do seer e o seer-ai (insistência)
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228. A insistência
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229. A nobreza da pobreza
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230. Insistência
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231. A insistência no ser-ai
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232. Saber
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233. O acontecimento apropriativo e a essência histórica do homem
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234. A nobreza do homem e sua pobreza na história do seer
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235. O acontecimento apropriativo e o homem
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236. O aberto do encobrimento
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237. A insistência e a clareira do aí
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238. O incomparável
B. O seer-ai. O espaço-tempo. Ser-ai e “reflexão”. Insistência e a tonalidade afetiva
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239. “Reflexão”
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240. Ser-ai - “espaço”
C. Tonalidade afetiva e ser-ai. A dor da questionabilidade do seer
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241. A tonalidade afetiva
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242. “Tonalidade afetiva”
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243. A tonalidade afetiva do pensamento é a voz do seer
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244. Ocaso e sua tonalidade afetiva
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245. Ser-ai e agradecimento
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246. As tonalidades afetivas fundamentais da história do seer
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247. As tonalidades afetivas fundamentais da história do seer
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248. A abertura da afinação
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249. A voz, a tonalidade afetiva, “os sentimentos”
IX. O OUTRO INÍCIO
X. ACENTOS PARA O ACONTECIMENTO APROPRIATIVO
A. A exportação resolutora da diferença (da diferenciação). A experiência como a dor “da” despedida
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255. A dor - a experiência - o saber
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256. A experiência
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257. A dor da exportação resolutora
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258. A exportação resolutora como agradecimento
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259. A exportação resolutora da diferença
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260. O pensar inicial é pensar abissalizante
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261. O seer é experimentado
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262. A questão: em que medida?
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263. O pensar da história do seer diz o seer
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264. A exportação resolutora e o questionamento. A questionabilidade do seer
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265. A essência da experiência. A questionabilidade do seer
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266. Instauração e resolução
B. O pensamento da história do seer. A exportação resolutora da diferença (da diferenciação). O cuidado do a-bismo. Os caminhos da floresta. O pensar e a palavra
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267. O pensar da história do seer
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268. O pensar da história do seer
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269. O pensar em termos da história do seer na transição
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270. O pensar da história do seer
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271. O pensar da história do seer. A palavra pensante
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272. O pensar da história do seer
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273. O acontecimento apropriativo
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274. O pensar
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275. A ambiguidade no primado da apresentação
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276. O início - a inexperiência
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277. A despedida inconsolável
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278. O pensar da história do seer e o conceito
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279. O pensar inicial
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280. A exportação resolutora da diferença
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281. O pensar como a exportação resolutora
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282. A exportação resolutora
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283. A re-núncia na saga do acontecimento apropriativo
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284. O caminho da floresta
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285. Início e imediatidade
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286. O pensar inicial na proveniência a partir da metafísica
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287. Se o seer gira em sua direção o rastro da essência do homem
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288. O pensar do seer
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289. O pensar e a palavra
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290. O seer - pensar
C. Para a primeira elucidação das palavras fundamentais. A “ver-dade” (para: o dizer do primeiro início). A “essência” e a “essenciação”. A história e o adensamento histórico
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a) A “essência” e a “essenciação”
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b) História
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292. Sobre o uso terminológico
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293. A história é o adensamento histórico
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294. A essência do adensamento histórico
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295. A história
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296. História
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297. Superação, transição, início
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298. História do ser
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299. Espaço e tempo
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300. História e historiologia
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301. De-clínio (Unter-gang)
XI. O PENSAR DA HISTÓRIA DO SEER (PENSAR E POETAR)
A. A experiência do questionável. O salto. O confronto. O esclarecimento do fazer. O saber do pensar
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302. Palavras diretrizes
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303. O pensar da história do seer é a experiência inicial da transversão do seer
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304. O mais próximo do pensar inicial
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305. O saber do pensar
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306. Em que medida o pensar pensante do seer é um agradecer
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307. O pensar da história do seer é a despedida não perecível do seer
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308. Pensar do seer
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309. A experiência desperta e constante do pensar da história do seer
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310. A fundação pensante como fundamentação. A fundamentação e a experiência. Permanecer na lei mais própria do pensar
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311. O enunciado pensante
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312. O pensar da história do seer do início
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313. O dizer pensante e sua pretensão
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314. A palavra
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315. O salto
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316. O esclarecimento do fazer
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317. “Crítica”
B. O início e a atenção
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318. A experiência do início
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319. A experiência
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320. As observações e a atenção
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321. Sobre a atenção
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322. Sobre a atenção
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323. A atenção
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324. A atenção
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325. Esquecimento do ser
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326. O esquecimento do ser
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327. O esquecimento do ser e a atenção
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328. Ser e ente
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329. Início e Ser
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330. A decisão
C. A saga do início
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331. A palavra, a metafísica e o início
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332. A palavra do pensar inicial
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333. O pensar da história do seer e a exigência de inequivocidade, ausência de contradição, ausência de circularidade e compreensibilidade
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334. No interior da primeira tentativa do pensar da história do seer
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335. A saga do início
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336. A saga do início
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337. A saga do início
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338. A petição inicial do início
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339. O pensar inicial
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340. Início como arché e pensar inicial (ἀρχή)
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341. Início e lembrança
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342. A saga do início
D. Pensar e conhecer. Pensar e poetar
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343. Poetar – Pensar
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344. Ser cumprimentado e ser-ai
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345. A transição
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346. Poetar e pensar
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347. Pensar e poetar
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348. Silenciar e dizer
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349. Agradecer
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350. O pensar essencial
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351. O pensar essencial
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352. Pensar e poetar
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353. A confissão e a insistência
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354. Confissão e serenidade
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355. O acanhamento no início
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356. “Pensar”
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357. Agradecer e silenciar
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358. Pensar e agradecer
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359. Agradecer e seer
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360. Acontecimento apropriativo e agradecimento
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361. Pensar
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362. Pensar e conhecer
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363. Pensar
E. Poetar e pensar
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364. Poetar e pensar
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365. Pensar e poetar
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366. Poetar e pensar
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368. A primeira e a mais extrema cisão entre o pensar e o poetar
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369. Pensar e poetar
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370. Poetar e pensar
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371. Poetar e pensar
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372. O agradecimento da recusa é o agradecimento pensante
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373. A essência futura marcada pela história do seer do poetar e do pensar
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374. Poetar e pensar em sua ligação com a palavra
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375. O pensador e o poeta
G. “Observações” e “exegese”
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a) O pensar em relação a Hölderlin. “Exegese”
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380. A exegese de
Hölderlin no interior do outro pensar
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b) “Observações” e “exegese”
Posfácio do editor