23. Efetividade/Realidade

Besinnung (1938/39), ed. F.-W. von Herrmann, 1997, XIV, 438p.

76. O ente determina-se precocemente como aquilo que mais tarde e ainda hoje se chama “o efetivamente-real”, determinação que se funda na interpretação inicial do ser como presença e permanência, sendo a interpretação do εἶναι como ἐντελέχεια o consumar-se da presença do presente enquanto presença mesma e pura, correspondendo à ἐνέργεια a prontidão e o ter-sido-produzido, isto é, a presença pura e simples do produzido, do estável e do permanente.