22. Ser e devir

Besinnung (1938/39), ed. F.-W. von Herrmann, 1997, XIV, 438p.

75. A via mais trilhada, desde a exteriorização do primeiro início do pensamento ocidental, para determinar o ser é sua contraposição ao “devir” (Werden), o que traz à luz a interpretação do ser como não-devir no sentido de subsistência, ao passo que Hegel e Nietzsche, de modo inverso e por isso mutuamente pertencentes, realizam a inclusão do ser no devir sem jamais tocar a interpretação erstanfänglich (do primeiro início) já fixada de ambos e de sua referência ao “pensar”, consumando neles a metafísica ocidental.