§ 20. Die Wirklichkeit des Wahrnehmbaren und des Wahrnehmungsvermögens
§ 21. Abschluß der Auseinandersetzung: Die Megariker verfehlen die zum Vermögen gehörige Bewegung des Übergangs
§ 22. Die ἐνέργεια κατὰ κίνησιν. Die Wirklichkeit des Vermögendseins ist mitbestimmt durch sein Wesen – zum Wesen gehört hinzu seine Wirklichkeit.
Nachwort des Herausgebers
tradução
Parte introdutória - O questionamento aristotélico sobre a multiplicidade e unidade do ser
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1. Junto com a questão das categorias, também a questão concernente a dynamis e energeia pertence ao âmbito da questão do ente
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2. A multiplicidade do ser do ente
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3. A equiparação ou a distinção entre ente e ser. O ser como o um em
Parmênides
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4. Multiplicidade e unidade do ser
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5. Unidade do ser - não como gênero, mas como analogia
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6. A problematicidade da analogia do ser
Parte principal.
Primeira seção - Metafísica Θ 1. A unidade da essência de dynamis kata kinesin, da força compreendida na perspectiva do movimento
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7. Reflexões acerca do percurso de todo o tratado sobre dynamis e energeia
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8. Um subgrupo composto de dois significados figurados: dynamis na perspectiva do geométrico; dynamis ou adynaton na perspectiva do enunciado
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9. O significado condutor de dynamis kata kinesin
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10. Modos de força
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11. A unidade da força do fazer e do suportar: o conceito ontológico e o conceito ôntico de força e sua imbricação interna.
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12. Força e não-força - o trazer junto a si da subtração. O significado condutor levado a efeito
Segunda seção Metafísica Θ 2. A divisão de dynamis kata kinesis em função do aclaramento de sua essência
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13. Sobre logos (enunciação) e alma. As divisões “tendo conhecimento - sem enunciação” e “animado-inanimado”
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14. A relação característica entre força e enunciação na dynamis meta logou, no poder
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15. A dynamis kata kinesin como poder da alma que tende a,.. (strebenden)
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16. A bipartição interna e a finitude da dynamis meta logou
Terceira seção Metafísica Θ 3. A realidade da dynamis kata kinesin ou do poder
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17. A posição e o tema do capítulo e sua conexão com a tese dos megáricos
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18. Começo da discussão de
Aristóteles com os megáricos
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19. O estar-em-exercício como realidade do poder. Os fenômenos do exercer e cessar de exercer
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20. A realidade do perceptível e do poder da percepção
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21. Conclusão da discussão: Os megáricos perdem de vista o movimento da transição próprio do poder
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22. A energeia kata kinesin. A realidade do ser-capaz (Vermögend) é co-derminada por sua essência - faz parte da essência também sua realidade