§ 5. O pressuposto da “Fenomenologia”, seu começo absoluto com o Absoluto
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a) Os graus do vir-a-si-mesmo do espírito
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b) Filosofia como o desdobramento de seu pressuposto; a questão da finitude e a problemática hegeliana da infinitude
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c) Breve observação preliminar sobre a literatura, a terminologia das palavras 'Ser' e 'Ente' e a atitude interna durante a leitura
PRIMEIRA PARTE Consciência
Primeiro capítulo A certeza sensível
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§ 6. O imediato da certeza sensível
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a) O saber imediato como primeiro objeto necessário para nós, os que sabem absolutamente
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b) O ser-em-si-e-para-si da coisa mesma e o olhar do saber absoluto; o saber absoluto “absolvente”
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c) A imediatidade do objeto e do saber da certeza sensível; o ser puro, a presença
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d) Diferenças e mediação no ser puro do imediato da certeza sensível – a multiplicidade dos exemplos de “este”, o “este” como eu e como objeto
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e) A experiência da diferença entre imediatidade e mediação, essência e inessencial na própria certeza sensível; o “este” como a essência, seu significado como Agora e Aqui, o universal como a essência do “este”
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f) A linguagem como expressão do universal e o singular visado – diferença ontológica e dialética
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§ 7. A mediação como a essência do imediato e o movimento dialético
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a) O visar como a essência da certeza sensível; a temporalidade e a universalidade do visar
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b) A imediatidade da certeza sensível como indistinção entre eu e objeto; o Agora singular mostrado em seu movimento para o universal
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c) A infinitude do saber absoluto como suprassunção do finito, como dialética; o ponto de partida do confronto com a dialética de
Hegel – infinitude ou finitude do ser
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d) Pontos de referência em relação ao problema da infinitude do ser: a absolvição do espírito a partir do relativo; a fundamentação lógica e subjetiva da infinitude
Segundo capítulo A percepção
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§ 8. A consciência perceptiva e seu objeto
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a) A percepção como mediação e transição entre a certeza sensível e o entendimento
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b) A coisa como o essencial da percepção; a coisidade como unidade do “também” das propriedades
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c) A unidade exclusiva da coisa como condição da qualidade de propriedade; a qualidade de propriedade do objeto da percepção e a possibilidade do engano
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§ 9. A contraditoriedade mediadora da percepção
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a) A possibilidade do engano como fundamento da contradição da percepção em si mesma como tomar e reflexão
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b) A distribuição recíproca do contraditório Um e Também da coisa ao perceber como tomar e reflexão
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c) A contradição da coisa em si – ser-para-si e ser-para-outro – e o fracasso da reflexão da percepção
Terceiro capítulo Força e entendimento
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§ 10. A absolutidade do conhecimento
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a) O conhecimento absoluto como ontoteologia
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b) A unidade da contraditoriedade da coisa em sua essência como força
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c) Conhecimento finito e absoluto – “Fenômeno e mundo suprassensível”
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§ 11. A transição da consciência para a autoconsciência
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a) A força e o jogo das forças; o ser-para-si no ser-para-outro
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b) O fenômeno do jogo das forças e a unidade da lei
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c) A infinitude do Eu; o espírito como λόγος, Eu, Deus e ὄν
SEGUNDA PARTE Autoconsciência
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§ 12. A autoconsciência como a verdade da consciência
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§ 13. O ser da autoconsciência
Conclusão
Posfácio da editora