GA23: ESTRUTURA

original

EINLEITUNG Anzeige der Vorlesung. Philosophie als phänomenologische Ontologie

  • § 1. Anzeige dieser Vorlesung
  • § 2. Wissenschaftlicher und vulgärer Begriff von Metaphysik
  • § 3. Entdeckung der Natur und Ausbildung der mathematischen Physik
    • a) Wissenschaftliche Entdeckung der Natur und ontologische Besinnung
    • b) Die neue Bedeutung der Mathematik
  • § 4. Vier Probleme der Forschung: Sein – Natur – Mensch – Wahrheit
  • § 5. Begriff und Methode der Philosophie
    • a) Philosophie als kritische Wissenschaft vom Sein
    • b) Philosophie als phänomenologische Ontologie
  • § 6. Vorwissenschaftliche und wissenschaftliche Existenz
    • a) Umsichtiger Umgang mit Zeugwelt und wissenschaftliche Untersuchung
    • b) Die Modifikation des umsichtigen Entdeckens zum theoretischen Verhalten
    • c) Die Thematisierung als Bedingung der Möglichkeit der Objektivierung
  • § 7. Positive Wissenschaften und Philosophie
    • a) Positive Wissenschaften aus der Philosophie entsprungen
    • b) Die ontisch gerichteten positiven Wissenschaften und die Philosophie als kritische Wissenschaft vom Sein
    • c) Philosophie als Transzendentalphilosophie
    • d) Die Notwendigkeit einer methodischen Besinnung am Beginn der Philosophie
  • § 8. Philosophie als phänomenologische Ontologie
    • a) Was ist Phänomenologie?
    • b) Zum Phänomenbegriff
  • § 9. Zusammenfassung

ERSTER ABSCHNITT Thomas von Aquin

  • § 10. Aufgabenstellung und Literatur
  • § 11. Zu Leben und Werk
    • a) Vita
    • b) Studiengang
    • c) Ausgaben der Schriften des Thomas von Aquin
    • d) Methodisches Gerüst eines Artikels
  • § 12. Quaestiones disputatae de veritate
    • a) Allgemeine Charakteristik
    • b) Die grundlegende Bedeutung der quaestio prima de veritate
    • c) Vergleich mit dem Einteilungsprinzip in De natura generis
    • d) Schemata der transzendentalen Deduktion der Transzendentien
  • § 13. Der ontologische Sinn der veritas (adaequatio)
    • a) Die drei Definitionen der Wahrheit
    • b) Das ontologische Grundproblem: Seinsart der menschlichen Erkenntnis
    • c) Erste Philosophie als Theologie
    • d) Angleichung (adaequatio) als Grund der Wahrheit
  • § 14. Wiederholung
  • § 15. Gott und die Ursache des Übels
  • § 16. Ewigkeit und Zeit
    • a) Weg zur Bestimmung des Wesens der Ewigkeit, die höher ist als die Zeit, überzeitlich
    • b) Abgrenzung der Ewigkeit gegen die Zeit
    • c) Die Gott-losigkeit der Philosophie
  • § 17. Die Wahrheit der Sinne und das Sein des Falschen
  • § 18. Zusammenfassung
  • § 19. Univocatio_aequivocatio_nomen analogum
  • § 20. Die Gottesbeweise. Die eigentlichen Fundamente der mittelalterlichen Ontologie
    • a) Allgemeine Charakteristik
    • b) Die quinque viae im einzelnen
    • c) Die Verkennung des ontologischen Problems in den Beweisen
  • § 21. Das Gute und das höchste Gut
  • § 22. Abschließende Charakteristik der Anthropologie des Thomas

ZWEITER ABSCHNITT René Descartes

  • § 23. Vorbemerkung: Orientierung an den vier Perspektiven
  • § 24. Leben – Werke – Ausgaben
    • a) Biographische Daten
    • b) Die Hauptschriften
    • c) Ausgaben
  • § 25. Descartes und La Flèche
  • § 26. Zur methodischen Aufbau der Meditationen
  • § 27. I. Meditation
    • a) Der Maßstab absolut gewisser Erkenntnis
    • b) Der Gang des Zweifels
  • § 28. II. Meditation
    • a) Die Wahrheit des »ich bin«
    • b) Die Umgrenzung der Natur des Geistes
  • § 29. III. Meditation
    • a) Die Generalregel: Klares und deutliches Erfassen durch meinen Geist
    • b) Nachweis der Existenz Gottes als Aufgabe
    • c) Klassifikation der Ideen
  • § 30. IV. Meditation
    • a) Das Problem des Irrtums
    • b) Rückblick auf den bisherigen Gang
  • § 31. V. Meditation: Erneuter Beweis der Existenz Gottes
  • § 32. VI. Meditation: Über das Vorhandensein materieller Dinge
  • § 33. Zusammenfassung über Descartes
    • a) Die ontologische Unbestimmtheit der res cogitans
    • b) Die vorgängige Bestimmung durch Gewißheit
    • c) Hinweis auf die Seinsverfassung des existierenden Daseins
    • d) Grund für die Verdeckung des Daseins bei Descartes

DRITTER ABSCHNITT Baruch de Spinoza

  • § 34. Leben – Schriften – Ausgaben
    • a) Lebensdaten
    • b) Schriften
    • c) Ausgaben
  • § 35. Ethica Ordine Geometrico demonstrata. Allgemeines
    • a) Die ontologische Grundabsicht Spinozas
    • b) Aufbau des Werkes
  • § 36. Ethica, pars prima
    • a) Die ontologischen Grundbegriffe
    • b) Die 8 Definitionen im einzelnen
    • c) Einige charakteristische Lehrsätze
  • § 37. Pars secunda: De natura et origine mentis
  • § 38. Tertia pars: De origine et natura affectuum (Leidenschaften)
  • § 39. Quarta pars: De servitute humana seu de affectuum viribus
  • § 40. Quinta pars: De potentia intellectus seu de libertate humana
    • a) Bestimmung der Affekte
    • b) Der amor intellectualis Dei

VIERTER ABSCHNITT Gottfried Wilhelm Leibniz

  • § 41. Leben, Werke
    • a) Schwierigkeit der Vorstellung der Metaphysik von Leibniz
    • b) Leben, Werke, Ausgaben
  • § 42. Übersicht über die Lehre
  • § 43. Grundcharakter der monadologischen Ontologie
    • a) Die Grundtendenz
    • b) Weg zur Monadologie in der Richtung der Ontologie der Natur
    • c) Die Monaden als metaphysische Kraftpunkte
    • d) Die monadologische Struktur der Substantialität
    • e) Die beiden Prinzipien unserer Vernunfterkenntnisse und die zwei Arten von Wahrheiten
    • f) Die universale Harmonie
  • § 44. Die Theodizee
  • § 45. Vorbemerkung
  • § 46. Christian Wolff
    • a) Leben
    • b) Werke
    • c) Wolffs theoretische Philosophie
  • § 47. Christian August Crusius (1715–75)
    • a) Umgrenzung der Aufgaben der Metaphysik
    • b) Die Frage der Gottesbeweise
    • c) Die symbolische Erkenntnis
    • d) Übergang zu Kant
  • § 48. Überleitung zum Problem des Ansatzes der Seinsfrage

Beilagen

Nachwort des Herausgebers

tradução

INTRODUÇÃO Apresentação do curso. Filosofia como ontologia fenomenológica

  • § 1. Apresentação deste curso
  • § 2. Conceito científico e vulgar de metafísica
  • § 3. Descoberta da natureza e formação da física matemática
    • a) Descoberta científica da natureza e reflexão ontológica
    • b) O novo significado da matemática
  • § 4. Quatro problemas da investigação: Ser – Natureza – Homem – Verdade
  • § 5. Conceito e método da filosofia
    • a) Filosofia como ciência crítica do ser
    • b) Filosofia como ontologia fenomenológica
  • § 6. Existência pré-científica e científica
    • a) Trato circunspecto com o mundo dos utensílios e investigação científica
    • b) A modificação do descobrir circunspecto para o comportamento teórico
    • c) A tematização como condição da possibilidade da objetivação
  • § 7. Ciências positivas e filosofia
    • a) Ciências positivas originadas da filosofia
    • b) As ciências positivas orientadas ontologicamente e a filosofia como ciência crítica do ser
    • c) Filosofia como filosofia transcendental
    • d) A necessidade de uma reflexão metódica no início da filosofia
  • § 8. Filosofia como ontologia fenomenológica
    • a) O que é fenomenologia?
    • b) Sobre o conceito de fenômeno
  • § 9. Resumo

PRIMEIRA SEÇÃO Tomás de Aquino

  • § 10. Tarefa e bibliografia
  • § 11. Vida e obra
    • a) Vita
    • b) Percurso de estudos
    • c) Edições dos escritos de Tomás de Aquino
    • d) Estrutura metódica de um artigo
  • § 12. Quaestiones disputatae de veritate
    • a) Caracterização geral
    • b) O significado fundamental da quaestio prima de veritate
    • c) Comparação com o princípio de divisão em De natura generis
    • d) Esquemas da dedução transcendental dos transcendentais
  • § 13. O sentido ontológico da veritas (adaequatio)
    • a) As três definições da verdade
    • b) O problema ontológico fundamental: modo de ser do conhecimento humano
    • c) Filosofia primeira como teologia
    • d) Adequação (adaequatio) como fundamento da verdade
  • § 14. Repetição
  • § 15. Deus e a causa do mal
  • § 16. Eternidade e tempo
    • a) Caminho para a determinação da essência da eternidade, que é superior ao tempo, supratemporal
    • b) Delimitação da eternidade contra o tempo
    • c) A ausência de Deus na filosofia
  • § 17. A verdade dos sentidos e o ser do falso
  • § 18. Resumo
  • § 19. Univocidade_equivocidade_nome análogo
  • § 20. As provas da existência de Deus. Os fundamentos próprios da ontologia medieval
    • a) Caracterização geral
    • b) As quinque viae em particular
    • c) O desconhecimento do problema ontológico nas provas
  • § 21. O bem e o sumo bem
  • § 22. Caracterização final da antropologia de Tomás

SEGUNDA SEÇÃO René Descartes

  • § 23. Observação preliminar: orientação pelas quatro perspectivas
  • § 24. Vida – Obras – Edições
    • a) Dados biográficos
    • b) Os escritos principais
    • c) Edições
  • § 25. Descartes e La Flèche
  • § 26. Sobre a estrutura metódica das Meditações
  • § 27. I. Meditação
    • a) O critério do conhecimento absolutamente certo
    • b) O curso da dúvida
  • § 28. II. Meditação
    • a) A verdade do “eu sou”
    • b) A delimitação da natureza do espírito
  • § 29. III. Meditação
    • a) A regra geral: Apreensão clara e distinta por meu espírito
    • b) Demonstração da existência de Deus como tarefa
    • c) Classificação das ideias
  • § 30. IV. Meditação
    • a) O problema do erro
    • b) Retrospectiva do percurso até agora
  • § 31. V. Meditação: Nova prova da existência de Deus
  • § 32. VI. Meditação: Sobre a existência das coisas materiais
  • § 33. Resumo sobre Descartes
    • a) A indeterminação ontológica da res cogitans
    • b) A determinação prévia pela certeza
    • c) Indicação para a constituição do ser do Dasein existente
    • d) Razão para o encobrimento do Dasein em Descartes

TERCEIRA SEÇÃO Baruch de Spinoza

  • § 34. Vida – Escritos – Edições
    • a) Dados biográficos
    • b) Escritos
    • c) Edições
  • § 35. Ethica Ordine Geometrico demonstrata. Geral
    • a) A intenção ontológica fundamental de Spinoza
    • b) Estrutura da obra
  • § 36. Ethica, pars prima
    • a) Os conceitos ontológicos fundamentais
    • b) As 8 definições em particular
    • c) Algumas proposições características
  • § 37. Pars secunda: Da natureza e origem da mente
  • § 38. Tertia pars: Da origem e natureza dos afetos (paixões)
  • § 39. Quarta pars: Da servidão humana ou da força dos afetos
  • § 40. Quinta pars: Do poder do intelecto ou da liberdade humana
    • a) Determinação dos afetos
    • b) O amor intelectual de Deus

QUARTA SEÇÃO Gottfried Wilhelm Leibniz

  • § 41. Vida, obras
    • a) Dificuldade da apresentação da metafísica de Leibniz
    • b) Vida, obras, edições
  • § 42. Visão geral da doutrina
  • § 43. Caráter fundamental da ontologia monadológica
    • a) A tendência fundamental
    • b) Caminho para a monadologia na direção da ontologia da natureza
    • c) As mônadas como pontos de força metafísicos
    • d) A estrutura monadológica da substancialidade
    • e) Os dois princípios do nosso conhecimento racional e os dois tipos de verdades
    • f) A harmonia universal
  • § 44. A teodiceia
  • § 45. Observação preliminar
  • § 46. Christian Wolff
    • a) Vida
    • b) Obras
    • c) Filosofia teórica de Wolff
  • § 47. Christian August Crusius (1715–75)
    • a) Delimitação das tarefas da metafísica
    • b) A questão das provas da existência de Deus
    • c) O conhecimento simbólico
    • d) Transição para Kant
  • § 48. Transição para o problema da abordagem da questão do ser

Apêndices

Posfácio do editor