ao longo do percurso, oferecem-se críticas contundentes a visões prevalentes, incluindo crítica à concepção de J. S. Mill sobre conotação e denotação, refutação do sensacionalismo, rebate das teorias empiristas da abstração de Locke, Berkeley,
Hume e Mill, definição mais aguda do a priori, com nova distinção entre o a priori formal, analítico, e material, sintético, que se pretende avanço em relação a
Kant, além de discussões cuidadosas de Bolzano, Mill,
Brentano e outros quanto às suas concepções de lógica, psicologia e natureza dos juízos e seus conteúdos