Estabelecimento de uma nova lógica radical e constituinte que serve de
logos universal para todo ser concebível e para a estrutura do mundo fenomênico.
Redefinição da subjetividade como far-se manifestar as coisas a partir de si mesmas, permitindo que o mundo se constitua como sentido do
ego.
Caracterização do idealismo transcendental husserliano como afirmação da aprioridade do ser essencial e da consciência pura como ser absoluto.