Em Der Arbeiter (DA) e em textos do início dos anos 1930,
Jünger descreve a Gestalt do trabalhador como força que enquadra a humanidade no modelo do soldado-trabalhador mobilizador da terra para uma fundição industrial planetária, contexto no qual Heidegger apoia a revolução dos trabalhadores de Hitler como alternativa às premonições sombrias sobre Alemanha e Ocidente.
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A Gestalt encarrila a humanidade no módulo do trabalhador-soldado.
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A mobilização total visa a exploração planetária.
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Heidegger vê no nacional-socialismo possibilidade de retorno às origens autênticas.
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Propõe novo vínculo entre Volk alemão e trabalho.
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Mantém até o fim da carreira a relevância da visão jüngeriana.
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Considera-a descrição do estágio final tecnológico da metafísica produtivista.
A investigação sobre o vínculo entre Heidegger, os modernistas reacionários e
Jünger conduz à conclusão de que as dimensões históricas e políticas da concepção heideggeriana de tecnologia não podem ser dissociadas de sua elaboração filosófica, resultando na reestruturação do projeto em duas partes interligadas.
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A primeira parte aborda o envolvimento político e histórico.
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A segunda trata da crítica ao conceito de tecnologia.
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A narrativa política torna-se condição de inteligibilidade teórica.
As duas partes do estudo são interdependentes porque Heidegger buscou aplicar sua interpretação da dimensão trabalho da metafísica ocidental à crise alemã, entendendo a miséria dos anos 1920 e 1930 como consequência da degradação histórica do trabalho e propondo uma transformação produtiva inspirada na arte, especialmente na poesia.
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A história do ser conduz à degradação do trabalho.
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Procura-se novo modo de trabalhar e produzir.
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A produção autêntica é modelada pelo caráter revelador da obra de arte.
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O nacional-socialismo promete superar a alienação do trabalhador.
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O trabalho é concebido como forma de arte.