Fazer juízos é algo que o indivíduo faz, e não algo que lhe acontece ou que meramente causa, embora precise de estar em circunstâncias apropriadas para emitir um juízo, ter alguma evidência e conhecer o objeto do juízo.
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As emoções são juízos precipitados, algo que o indivíduo faz, mas à pressa.
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Consequentemente, a evidência na qual o indivíduo se torna emocional é tipicamente incompleta, e o seu conhecimento sobre o que ele está emocional é frequentemente superficial.
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O indivíduo pode tomar medidas positivas para determinar os tipos de juízos que tenderá a fazer (obrigando-se à escrupulosidade na busca por evidências, treinando-se na autocompreensão dos seus preconceitos, e colocando-se em circunstâncias apropriadas), e pode fazer o mesmo pelas suas emoções.
PS: SOLOMON, Robert Charles. Not passion’s slave: emotions and choice. New York: Oxford university press, 2003.