Falar dos entes como phainomena implica o horizonte de sua manifestação significativa, correlato às modalidades de Vernehmen como legein ou noein, pois sem logos não há is-ness, sendo o homem enquanto zoon logon echon o locus do sentido, e o logos entendido por
Aristóteles como deloun, apophainesthai e sobretudo aletheuein, de modo que o ente é sempre on legomenon.
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Horizonte de manifestação como condição do aparecer.
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Correlação entre phainomenon e legein.
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Homem como zoon logon echon.
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Logos como tornar visível e desvelar.
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Entes como “lidos” segundo modos de presença.
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A síntese estabelece que todo ente implica uma dimensão de ser expressa no “como” e que o único locus dessa dimensão é a essência humana enquanto logos ou aletheuein, de modo que to on e legein são aprioricamente correlativos e que a ontologia, ao cumprir a tarefa de legein to on hei on, só é possível enquanto fenomenologia.
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Dimensão do ser expressa no “como”.
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Essência humana como lugar do sentido.
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Correlação apriorística entre ente e logos.
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Natureza fenomenológica do homem.
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Ontologia possível apenas como fenomenologia.