A temporalidade imprópria aparece, assim, como uma sequência de “agoras” constantemente simplesmente presentes (Vorhanden), que passam e chegam simultaneamente, como um fluxo ou curso de tempo, no qual o Dasein encobre a função totalizante do presente e esquece que o tempo só é um todo na tríplice éstase, representando-o como uma série infinita e flutuante de agoras.
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A temporalidade imprópria é uma sequência de “agoras” constantemente simplesmente presentes (Vorhanden).
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O tempo é compreendido como sucessão, como uma corrente fluente de agoras, como o “curso do tempo”.
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Com essa compreensão do ser (enquanto compreensão do tempo), o Dasein encobre a função totalizante do presente.
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A temporalidade imprópria esquece que o tempo só é um todo na tríplice éstase (futuro, passado, presente).
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A representação imprópria do tempo é a de um tempo infinitamente corrente, de um curso de agoras simplesmente presente e flutuante em si mesmo.