A primeira versão sustenta que o relato impõe consonância a uma dissonância meramente temporal, reduzindo a solução narrativa do paradoxo a um efeito de violência interpretativa; contra isso, observa-se que a experiência da temporalidade não se reduz à simples discordância, como mostra o embate entre distentio e intentio em
Agostinho, e que a própria intrigue, mesmo no paradigma trágico grego ou no modelo apocalíptico discutido por Frank Kermode, jamais é o simples triunfo da ordem, coordenando sempre distensão e intenção.