O vocabulário filosófico é aqui muito pobre: ou nos contentamos com metáforas (o agente, segundo uma sugestão de
Aristóteles, é o “pai” de suas ações, como o é de seus filhos; ele é ainda o “mestre” delas); ou recorremos ao uso mais primitivo da ideia de causa eficiente, que, expulsa da física desde Galileu e Newton, retorna de algum modo ao seu lugar de nascimento, que é a experiência do poder exercido sobre nossos membros e, por meio deles, sobre o curso das coisas.