O projeto transcendental de
Ser e Tempo difere do kantiano ao não buscar verdades a priori fixas, mas sim iluminar a condição situada e histórica do
Dasein, mantendo a compreensão em um círculo hermenêutico contínuo.
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Rejeição de proposições cegas e isoladas sobre o ser.
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Natureza situada e finita de toda compreensão extática.
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Fim da interpretação como decadência do entendimento. [21, 22]
A obra
Ser e Tempo contém tensões não resolvidas entre a fenomenologia do particular histórico e a busca tradicional por estruturas necessárias a priori, ambiguidade que as
Contribuições tentarão superar pensando o
Dasein como possibilidade histórica futura.
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Oscilação entre “possibilidades ônticas” e “necessidade a priori”.
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Instabilidade da distinção entre existencial e existenciário.
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Dependência residual da distinção metafísica entre universal e particular. [23]