Dialogando com as análises platônicas sobre o ato de beber,
Nancy demonstra que a distinção entre necessidade e desejo no ser humano é permanentemente porosa: para além da eliminação da secura orgânica da garganta, o humano persegue o sabor, a temperatura e o estímulo supérfluo, exemplificado na criação deliberada do espumante e da água gaseificada.