Sob o reinado da machinação, a própria experiência é objetificada como mundo de experiências possuíveis e acumuláveis, exemplificado por “movies” e “seaside spa resorts”, articulando-se a uma lógica de “having” (echon) e a uma crítica de biologismo, antropologia, psicologismo e cultura, na qual o humano se torna possuidor do mundo e consumidor voraz que se isola do distress do ser abandonado.
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Experiência transformada em item colecionável e apropriável.
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Exemplos: filmes e resorts litorâneos (GA 65:139/109).
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“Fazer” experiências como intensificação da posse.
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Echon como regime de posse na definição do humano.
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Humanidade conduzida de uma Erlebnis superficial a outra como animal instintivo (GA 65:98/78).
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Consumidor ganancioso de experiência objetificada como figura da época.