A impossibilidade de falar de coisas em Sein und Zeit no sentido tardio decorre de que presença e utilidade permanecem subordinadas ao regime do servir como meio a fins, enquanto a coisa exige ser pensada como nó relacional que é e não serve, de modo que a análise do mundo como oficina do querer culmina em
Nietzsche e em Ernst
Jünger (Der Arbeiter) e torna tudo mobilizável e substituível, exigindo então uma transformação da coisa e do mundo para que a transformação do humano como ser-no-mundo não permaneça vazia, tarefa que o Geviert assume ao reconfigurar coisa e mundo e ao evitar reduzir o tardio a redundância do inicial.
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Ferramenta como subordinação a fins externos e substituibilidade.
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Metafísica do querer como horizonte que absorve a utilidade.
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Nietzsche e Jünger como culminação no mundo-oficina.
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Ausência de lugar para coisas no regime da mobilização.
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Transformar sujeito sem transformar objeto como mudança nula.
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Geviert como reconfiguração de coisa e mundo em continuidade exigente com ser-no-mundo.