A distância, tal como concebida, se refere imediatamente à diferença ontológica heideggeriana, mas a questão que se coloca é se o desdobramento da distância não seria um mero decalque da diferença, e, para além disso, se a distância não é radicalmente outra em relação à questão do Ser, aliando-se, provisoriamente, às críticas de
Levinas e
Derrida, para então exigir uma reavaliação a partir da doação, onde o dom do Ser e o dom do Pai se distinguem e se redobram em uma distância que se coloca a si mesma como seu ícone.