, quando examinam “O método de clarificação. A consciência doadora. A 'proximidade de doação' e o 'afastamento de doação'”
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Sobre o fundo de “uma espécie de vazio e de distante vago”, parece a essência; sua apreensão admite “seus graus de claridade assim como o indivíduo que flutua diante de nosso olhar”
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Se atinge “por assim dizer uma proximidade absoluta em relação a esta série de graus”, então “sua doação (Gegebenheit) […] é absoluta, isto é, uma doação de si pura (reine Selbstgegebenheit)”
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E neste caso, é preciso opô-la, a título de “puro si dado (rein gegebenes Selbst), plena e inteiramente, tal como é nele mesmo”, ao que “se teria somente 'em pessoa' diante do olhar e consciente como 'dado' (als 'gegeben' bewusst)”
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A doação em pessoa pode permanecer uma simples consciência…, sem que a coisa (aqui uma essência) não se apresente absolutamente dela mesma, puramente e sem resto
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É um modo de doação, que pensar em…, é outro de se encontrar em presença de — o que se dá
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A doação admite então graus, não somente para os indivíduos, mas para as essências; não somente para as visões vagas, afastadas ou pobres, mas para as advindas em pessoa
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Toda a empresa husserliana poderia mesmo se definir como uma classificação dos graus de doação
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A acusação de ter deixado a doação em uma univocidade tão indeterminada, que a rebaixaria ao posto sem honra de uma metáfora, não se sustenta então