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A abertura do “aí” abre tanto o engajado/direcional quanto o objetivo/não-direcional.
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A relação entre os elementos constitutivos da situacionalidade (do “aí” e do mundo) é de dependência mútua, não hierárquica.
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Esta é a estrutura própria do *lugar* (topos): temporal e espacial, englobando o objetivo e o engajado, o finito e (em certo sentido) o infinito.
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O projeto de *Ser e Tempo* é comprometido pela concepção de fundamentação como exibição de uma estrutura transcendental de dependência hierárquica, culminando na temporalidade originária.
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A espacialidade representa a maior ameaça a essa unidade hierárquica, mas também se mostra fundamental para a estrutura do “aí”.
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O problema geral é a relação entre ser humano e mundo, a finitude do ser e a natureza da abertura mundana.
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Repensar essa relação exige repensar a relação entre lugar e espaço, abandonando a noção de dependência hierárquica em favor da mutualidade característica das relações topológicas.