Heidegger relaciona suas ideias sobre história com os três tipos de história de
Nietzsche (monumental, antiquária, crítica) e com a metodologia de Wilhelm
Dilthey para as ciências humanas.
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A autêntica historicidade, que possibilita algo como o “fado” (Schicksal) e o “destino” (Geschick), é definida pela temporalidade autêntica e finita.
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Os conceitos de fado e destino, ligados à ideia de “envio” (do verbo *schicken*), levantam questões perigosas sobre quem ou o que envia, especialmente no contexto do destino coletivo do povo alemão.
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A filosofia de Heidegger, em particular sua ideia de história e destino, pode ter contribuído para sua simpatia inicial pelo Nacional-Socialismo.
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A discussão de Heidegger sobre tempo e história é interrompida abruptamente, pois *Ser e Tempo* nunca foi concluído.