A experiência é ação, mas não natural, pois não é comandada por fins vitais nem por montagens sensório-motrizes
A resistência do real pode frustrar expectativas e impedir continuidade do experimento
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Essa resistência indica inadequação do modelo
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O modelo deve ser modificado parcial ou totalmente, geralmente por maior complexificação
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Primado da modelização e pré-compreensão ontológica subjacente
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A abordagem científica é dita comandada pelo processo de modelização
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O modelo medeia a direção teoria-experiência, sugerindo intervenções úteis e orientando a eliminação ou manutenção de hipóteses
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O modelo medeia também a direção experiência-teoria, permitindo interpretação dos resultados nos termos teóricos
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A construção do modelo é guiada por pré-compreensão da realidade estudada
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Essa pré-compreensão atua na escolha de propriedades, descrição de estrutura, concepção de interações e ideia de lei de evolução
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Ela supõe um tipo a priori de inteligibilidade que orienta a própria démarche de modelização
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No caso do sistema, explicita-se a ontologia implicada
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Analítica, ao decompor e isolar propriedades distintas
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Funcionalista, ao descrever ligações como interações e dependências funcionais
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Determinista, ao ligar estados no tempo de modo determinado, inclusive quando a descrição é qualitativa ou estatística
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No caso estatístico, o estado é redefinido como conjunto máximo de informações acessíveis, com valores possíveis e probabilidades
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Ontologia subjacente e inspiração por ontologias formais