§ 15. Os elementos de significação da palavra
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a) A significação dos nomes
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b) A diferença entre nomes e palavras funcionais
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c) A significação do verbo finito
§ 16. Estado atual e potencial da significação da palavra
§ 17. As significações das palavras como elementos da frase e as suas transformações correspondentes
§ 18. Significações de palavras, frases e períodos como produtos de operações subjectivas
§ 19. Característica geral da frase
§ 20. O objeto puramente intencional de um simples ato intencional
§ 21. Os correlatos pura e derivadamente intencionais das unidades de significação
§ 22. O correlato puramente intencional da frase
§ 23. Conexões de frases. As unidades superiores de sentido que nelas se constituem
§ 24. Os correlatos puramente intencionais das unidades de sentido de ordem superior que se constituem em frases conexas
§ 25. O caráter quase-judicativo das frases enunciativas que aparecem numa obra literária
§ 25a. Não haverá quase-juízos na obra de arte literária?
§ 26. Modificação análoga de frases de outros tipos
Capítulo 6. A função do estrato das unidades de significação na obra literária. A função apresentativa dos correlatos puramente intencionais da frase
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§ 27. Distinção das diversas funções das frases e das suas conexões
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§ 28. A função de projeção das frases, relações objectivas e a sua relação com as objectividades apresentadas
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§ 29. A função apresentativa e a expositiva das relações objectivas
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§ 30. Outros modos de apresentação por relações objectivas
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§ 31. A função das unidades de significação como material especial na estruturação da obra literária
Capítulo 7. O estrato das objectividades apresentadas
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§ 32. Recapitulação e introdução
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§ 33. O aspecto de realidade dos objetos apresentados
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§ 34. O espaço apresentado e o «espaço da representação»
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§ 35. Modos diversos da orientação espacial das objectividades apresentadas
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§ 36. O tempo apresentado e as perspectivas do tempo
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§ 37. A função de reprodução e de representação dos objetos apresentados
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§ 38. Os pontos de indeterminação das objectividades apresentadas
Capítulo 8. O estrato dos aspectos esquematizados
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§ 39. Introdução
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§ 40. A coisa percepcionada e os aspectos concretos da percepção
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§ 41. Os aspectos esquematizados
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§ 42. Os aspectos esquematizados em obras literárias
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§ 43. Os «aspectos internos» dos próprios atos psíquicos e das qualidades características como elementos de obra literária
Capítulo 9. A função do estrato dos aspectos esquematizados na obra literária
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§ 44. A distinção das funções fundamentais dos aspectos esquematizados na obra literária
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§ 45. A função determinante dos aspectos. A influência das diferenças entre os aspectos no caráter total da obra
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§ 46. Qualidades decorativas e outras de relevância estética dos aspectos
Capítulo 10. A função na obra de arte literária das objectividades apresentadas e a chamada «ideia» da obra
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§ 47. Tem, porventura, o estrato objectivo uma função na obra de arte literária?
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§ 48. Qualidades metafísicas (essencialidades)
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§ 49. As qualidades metafísicas na obra de arte literária
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§ 50. É a revelação das qualidades metafísicas realmente uma função do estrato objectivo?
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§ 51. A função simbólica do estrato objectivo
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§ 52. O problema da «verdade» e da «ideia» de uma obra de arte literária
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§ 53. Conclusão da consideração dos estratos
Capítulo 11. A ordenação da sequência na obra literária
TERCEIRA PARTE: ADITAMENTOS COMPLEMENTARES E CONSEQUÊNCIAS
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Capítulo 12. Observação dos casos-limite
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Capítulo 13. A «vida» da obra literária
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§ 61. Introdução
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§ 62. As concretizações da obra literária e as vivências da sua apreensão
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§ 63. A obra literária e as suas concretizações
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§ 64. A «vida» da obra literária nas suas concretizações e as suas transformações como consequência das mutações destas
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Capítulo 14. A posição ôntica da obra literária
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Capítulo 15. Considerações finais sobre a obra de arte literária
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APÊNDICE
INGARDEN, Roman. A Obra de Arte Literária. Tr. Albin E. Beau, Maria da Conceição Puga e João F. Barrento. Lisboa: Fundação Calouste Gulbenkian, 1979