Pergunta-se se a realidade teria sede nesses próprios aparecimentos, nos “dados das sensações”, mas estes também se decompõem, distinguindo-se a área colorida exibida na superfície do objeto (cor noemática, noematische Farbe) da pura impressão subjetiva de cor, invisível e vivida (cor impressional, Empfindungsfarbe), residindo a realidade da cor unicamente nesta última, tal como em
Kant o conteúdo real do mundo sensível não decorre de sua estrutura fenomenológica mas da impressão exclusiva