As duas condições para aceitar esta circularidade: o objeto como guia transcendental e a unidade do mundo como regra universal.
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A primeira condição: o privilégio metodológico do constituído, onde o objeto serve de guia transcendental para a exibição das estruturas noéticas.
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A segunda condição: a pressuposição da unidade universal do mundo como correlato da subjetividade total e infinita.
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A questão crítica sobre se a fenomenologia repousa sobre um “crédito prévio” à unidade do mundo e se este crédito é de ordem factual.
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A conclusão de que Husserl apenas desdobra o sentido puro da ideia de ciência autêntica e da correlação essencial entre razão e realidade denominada verdade.
PS: FRANCK, Didier. Chair et corps. Sur la phénoménologie de Husserl. Paris: Minuit, 1981.