A constituição do objeto transcendente e do mundo como Ideias no sentido kantiano e o lugar da temporalidade.
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A coisa transcendente dada por esboços, cuja doação adequada é uma Ideia, assim como o mundo é uma Ideia correlativa de uma evidência empírica integral.
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A afirmação de
Husserl: “A ideia de uma infinitude motivada por essência não é ela mesma uma infinitude; a evidência segundo a qual esta infinitude não pode por princípio ser dada não exclui, mas antes exige que seja dada com evidência a ideia desta infinitude”.
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O reconhecimento final de que a unidade sintética das evidências constituintes se funda, em última instância, na “temporalidade imanente […] vida que flui e se constitui em si e para si mesma”.
PS: FRANCK, Didier. Chair et corps. Sur la phénoménologie de Husserl. Paris: Minuit, 1981.