O último grupo de questões, tratado nos §§
68c e 68d, concerne à específica temporalidade da decadência e do discurso, constituindo aqui o presente (
Gegenwart) o sentido existencial primário: no caso da decadência, evidenciado pela curiosidade (
Neugier), aquilo tornado presente ao se encontrar algo não é retido como tal, mas logo abandonado por expectativa de algo diverso, sob impulso de uma sofreguidão do novo (Gier nach dem Neuen); no caso do discurso, o privilégio do presentificar deve-se ao fato de este se enunciar nas formas da linguagem e falar primariamente do ambiente circundante, exigindo-se repensar, a partir dessa estrutura temporal, os modos e tempos verbais da língua numa perspectiva distinta da linguística tradicional.