Não se experimenta, assim, verdadeiramente o morrer dos outros, podendo apenas estar-lhes próximo, não sendo possível, nessa situação-limite, como a chamara
Jaspers, realizar as modalidades de substituição possíveis nos vários modos do ser-junto cotidiano, afirmando-se, no
§ 47: ninguém pode tirar do outro seu morrer, podendo alguém certamente ir morrer por outro, o que significa sempre sacrificar-se por outro em determinada causa, devendo cada um assumir o morrer isoladamente, em caráter sempre meu, configurando-se este como possibilidade peculiar do ser-aí, na qual está em jogo o modo como este mesmo ente pode relacionar-se com seu próprio ser.