Tudo o que se experimenta como plenamente presente — a voz, o pensamento, o instante — é, para
Derrida, atravessado por diferenças e adiamentos infinitesimais; a presença não é um dado, mas um efeito produzido por uma série de diferenças anteriores, e a desconstrução consiste em evidenciar a instabilidade das oposições e hierarquias que sustentam essa lógica.