O conceito vulgar do tempo (vulgar não se opõe aqui a filosófico, mas caracteriza o aspecto público, divulgado do tempo) encontra sua origem num nivelamento do tempo originário, pelo qual este se vê menos identificado ao espaço, como queria
Bergson, do que referido ao mundo da preocupação cotidiana e reduzido à pura subsistência de uma sucessão infinita de agoras, nascendo daí a ideia de um tempo infinito, sucessivo e irreversível