Em 1946, na Carta sobre o Humanismo, Heidegger descreve a não publicação como “fracasso”, sustentando que o projeto não podia ser levado a termo “com a ajuda da linguagem da metafísica”; em 1956, na resposta a Ernst
Jünger sobre o niilismo, ele reafirma que a pergunta pelo nada só se situa no caminho que conduz ao Wesen (desdobramento) do ser, e que a linguagem metafísica bloqueia o pensamento desse desdobramento.