4.1 A angústia e as angústias
4.2 O retorno da angústia no temor
4.3 O desejo é um «existencial»?
4.4 O retorno do desejo nos desejos
4.5 Desejo e violência
4.6 Para a relação entre angústia e desejo
5. Vergonha e culpa
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5.1 O sentido duplo da vergonha
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O sentido ôntico da vergonha
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Vergonha, envergonhado, desavergonhado
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O sentido ontológico da vergonha
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Sobre a relação entre vergonha e desejo
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5.2 O duplo sentido da culpa
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6. Uma interpretação existencial do inconsciente
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6.1 O inconsciente como autoilusão
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6.2 A má-fé como realização da autoilusão
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6.3 Autoilusão ôntica e ontológica
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7. O sonho
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7.1 Por que temos uma escuta particularmente aguçada no sonho
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7.2 O acontecimento do sonho como ilustração da tonalidade afetiva fundamental
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7.3 O sonhar como confrontação com o próprio ser
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III. Sofrimento psíquico
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Introdução
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1. Doença psíquica ou sofrimento psíquico?
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1.1 A diferença entre o discurso médico e o discurso psicanalítico
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1.2 A introdução da hermenêutica na psicopatologia
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1.3 O que significa «sentido»?
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1.4 O que significa «sentido inconsciente»?
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2. Sofrimento com o próprio ser
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2.1 Com o que sofre o neurótico?
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2.2 O complexo de Édipo é o cerne das neuroses?
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2.3 O intuito secreto no sofrimento psíquico
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2.4 Sofrimento psíquico como uma lida agente com o próprio ser
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2.5 Confusões
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3. Perturbações «estruturais»
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3.1 Falta de tolerância à angústia?
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3.2 O sofrimento do sujeito com a sua fraqueza
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3.3 O sentido da divisão
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3.4 A negação da temporalidade
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3.5 A divisão como forma de defesa tempestiva?
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4. O desejo psicótico
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5. O status particular da depressão