CASSIN, Barbara (ed.). Dictionary of Untranslatables. A Philosophical Lexicon. Princeton: Princeton University Press, 2014
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Centralidade da paideia como conceito organizador da relação entre formação humana, mundo e valor
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Paideia apresentada como princípio que confere ordem, sentido e refúgio à existência humana
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Citação de
Demócrito transmitida por
Aristóteles e Estobeu como condensação do alcance simbólico da paideia
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Paideia definida como kosmos para os bem-sucedidos e como refúgio para os mal-afortunados
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Kosmos compreendido não como totalidade física, mas como ornamento, ordem e mundo humanamente configurado
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Paideia assumida como mediação entre fortuna e infortúnio, sucesso e fracasso, conferindo inteligibilidade à vida humana
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Fundamentação etimológica e antropológica da paideia
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Derivação de paideia a partir de pais, criança, indicando simultaneamente juventude e educação
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Distinção entre teknon, o filho enquanto produto natural do engendramento e crescimento biológico
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Paideia como formação específica do humano enquanto ser cuja corporeidade e psiquismo exigem modelagem
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Associação estrutural entre paideia e trophê
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Educação não apenas como instrução intelectual, mas como regime integral de formação da vida
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Convergência entre cuidado do corpo, formação moral e orientação dos gostos
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Proximidade conceitual entre paideia e paidia
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Paideia como oposição constitutiva à apaideusia
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Apaideusia definida como ignorância própria da má educação
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Definição positiva da paideia como aquisição inicial da virtude
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Unidade pedagógica do pensamento platônico
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Dialética socrática e legislação como formas complementares de persuasão educativa
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Figura do filósofo-legislador como instância modeladora da formação humana
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Paideia em Aristóteles como realização da definição do humano
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Homem definido como animal dotado de logos
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Universalidade da necessidade de paideia
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Crianças, mulheres e escravos como seres dotados de logos em potência
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Educação como condição de atualização progressiva do logos
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Paideia como condução ao logos por meio do próprio logos
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Consequência ontológica da paideia
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Exigência indevida de demonstração absoluta como sinal de falta de formação
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Princípio de não contradição como evidência acessível apenas ao intelecto educado
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Ausência de paideia equiparada à redução vegetal da existência humana
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Identidade entre natureza humana e cultura
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Cultura não como acréscimo externo à natureza, mas como sua realização interna
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Paideia como processo pelo qual o humano se torna aquilo que é por natureza
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Paideia como modo de relação com o mundo
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Ênfase na dimensão prática e política da formação
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Distinção entre gregos e bárbaros
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Cultura helenística como mimese retórica
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Contraste entre paideia grega e cultura romana
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Cultura derivada de colere como cultivo, habitação e manutenção
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Agricultura como sentido originário da cultura
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Relação romana com a natureza
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Diferença fundamental em relação à Grécia
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Bildung como herdeira da technê e da paideia