A culpa existencial consiste, portanto, em ser lançado como pessoa determinada sobre cuja base se avança na vida, sem poder dominar essa base desde o fundamento, e em renunciar a possibilidades normativamente incompatíveis, configurando o fenômeno de ser a base nula de uma nulidade.
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Ser lançado como alguém determinado.
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Não ter controle absoluto sobre essa determinação.
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Avançar em possibilidades implica abandonar outras.
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A estrutura ontológica da culpa é base nula de nulidade.